AND WHAT THE HELL WERE WE?! TELL ME WE MORE JUST FRIENDS THIS DOESN'T MAKE MUCH SENSE... NO! I'M NOT HURT OR TENSE CAUSE I'LL BE FINE WITHOUT YOU BABE! (Chorando ao por meus óculos em formato de cola bastão) Hino... Enfim, como vcs estão docinhos? Espero que bemm!
Boa leitura, morimuras💌 ---
'Mariella's pov,
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- A gente com certeza tem que combinar de sair alguma hora, Iza! - Digo a ela enquanto abria a geladeira de casa.
- Sim, eu adoraria! - Ela sorri se sentando na cadeira da cozinha.
Eu e Izabella já tínhamos chegado na minha casa depois de uma longa e boa caminhada repleta de assuntos banais e interessantes. Na maioria das vezes eram sobre minha histórias, mas também falamos do meu irmão e descobri que ela também é uma grande fã do cast de The Black Phone, o que não foi uma grande surpresa.
Ela é uma garota bem divertida, descobri que ela é do Paraná, no sul do Brasil. O que achei foda demais, porra Paraná. Com certeza bem mais legal que o buraco onde eu morava em Minas.
Meu celular tocou em meu bolso, pedi licença para Iza e atendi a chamada de voz.
- 'Oii! - Eu sorri.
- Oie, olha Mary eu estou quase chegando em Phoenix! - Sua voz doce causa um pequeno surto interno de felicidade em mim.
- Ok, você deve ter uns... - Afasto o aparelho do ouvido e olho o horário. - Quarenta, cinquenta minutos!
- Tudo bem, vai dar tempo! - Murmuro uma confirmação. - Até daqui a pouco!
- Até! - A chamada é encerrada.
Sorrindo peguei uma vasilha que havia guardado um pouco de brigadeiro na geladeira e coloquei na mesa, a oferecendo. Estava com vontade de comer algo doce hoje, e pelo o que descobri, não era brigadeiro... O que poderia ser?
- JÁ SEI! - Gritei fazendo a menina pular assustada na cadeira.
- Que isso, maluca?! - Iza leva a mão ao peito segurando uma colher que havia a entregado junto do doce. - Ficou doida?
- Descobri o que fazer! - Sorri animada tirando meu celular do bolso e pulando animada.
Realmente uma doida.
- Oxi, o que tu vai fazer? - Iza apoia o cotovelo na mesa curiosa ao comer um pouco do gostinho brasileiro.
- Espere aí... - Levanto um dedo abrindo o Whatsapp e logo abrindo o contato que procurava. - Pronto!
Ajeitei o celular na bancada em pé, de maneira que pudesse retratar bem a mim e uma pequena parte da cozinha, esperando a pessoa que queria ajuda atender a chamada de vídeo.