Nat, o que você está fazendo aqui?
- Vim conversar com você, Nat.
Nat: eu não tenho nada para falar com você.
- Mas eu tenho, por favor?
Nat: tudo bem, entra, mas seja breve.
Nat então deu espaço para a pessoa entrar, quando a pessoa entrou, ela falou:
Nat: Então, o que você quer falar comigo?
Marina: Bom, eu não sei como começar.
Nat: vai direto ao ponto.
Marina: Nat, calma, eu só quero conversar com você sem brigar, não precisa me tratar assim.
Nat: eu estou te tratando normal.
Marina: não está, você está me tratando com muita frieza.
Nat, como você quer que eu te trate, depois de tudo que eu ouvi do meu avô e você concordando com tudo que ele disse?
Nat: você não fez nada quando ele falou aqueles absurdos, agora você vem aqui e acha que eu tenho que te tratar como se nada tivesse acontecido.
Marina: tudo bem, eu sei que você está decepcionada, magoada e ferida com tudo que ele falou.
Nat: você não fez nada, não me defendeu, ou seja, estava concordando em tudo.
Nat: Sabe, eu venho lendo o diário da minha mãe, eu descobri um pouco o mal que vocês fizeram às minhas mães, com o preconceito de vocês.
Marina: Nat, meu amor, deixa eu falar com você, me escuta e depois disso você tira suas conclusões e decide se vai querer se afastar de mim ou não.
Nat: Ok, então, pode falar.
Marina: Primeiro quero te pedir perdão, minha neta, sei que eu errei, me perdoe.
Marina: eu sou meia xucra para certas coisas, pois, mais que eu tenha o restaurante agora, eu continuo sendo aquela mulher xucra.
Marina: eu fui criada com certos valores familiares, que não é normal ter esse tipo de relacionamento com pessoas do mesmo sexo, nem eu nem seu avô.
Marina: na nossa época não era normal, não era muito comum isso, entende?
Nat: Sim, mas não quer dizer que não existia naquela época.
Marina: Sim, eu sei que existia, só que não era comum.
Nat: Ok, prossiga.
Marina: quando sua mãe chegou a mim e ao pai dela dizendo que estava namorando a Laurel, foi um choque para nós dois, principalmente pela criação que nós tivemos e passamos para ela.
Marina: eu fiquei muito chocada, pois eu tinha outros planos para a vida dela, que não eram nada parecidos com o que ela estava tendo com a menina Laurel.
Nat: quem tinha que fazer planos na vida dela era minha mãe, e não vocês dois, ela que tinha que decidir e vocês tinham que apoiá-la.
Nat: e vocês não fizeram isso.
Marina: eu sei disso, agora eu sei, mas quando você se torna mãe, você faz mil planos para seu filho(a). Você vai saber disso quando tiver um filho(a).
Marina: Como eu estava falando, eu fiquei muito em choque quando eu soube, não vou dizer que eu não desconfiava, porque eu, no certo tempo, eu comecei a estranhar a aproximação das duas.
Marina: elas brigavam muito, eram como cão e gato e do nada elas começaram a se tratar bem, pararam com as brigas, ficaram muito grudadas uma com a outra, nós e os pais delas ficamos felizes que elas se tornaram amigas e pararam com as brigas infantis delas.
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universo do amor
Fanfictionjá parou pra pensar como o amor pôde ser tão complicado às vezes quando você encontra aquela pessoa e vocês começam a se relacionar e aí surge algumas barreiras cabe vocês decidirem se vão ficar juntas ou não.
