57- CACHOEIRA

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ATIBAIA - SP

— Amor, eu estava aqui pensando... que tal a gente ir numa cachoeira hoje? — perguntou Priscilla, com um sorriso esperançoso.

— Numa cachoeira? Ah, não sei, acho que não quero ir... — respondeu Natalie, meio receosa.

— Por quê? — perguntou Pri, franzindo a testa.

— Porque lá deve ter muitos bichos, cobras, sei lá... Acho que não é uma boa ideia. — Nat finalizou, puxando um sorriso divertido de sua namorada.

— Para de ser boba! Amor, lá não deve ter tantos bichos assim. Se precisar, a gente leva repelente para se proteger, e fica tranquila, não tem cobra. Se tiver, eu protejo você. — Pri riu, fazendo Nat se derreter um pouco.

— Ok, mas saiba que se eu levar alguma picada, a culpa vai ser toda sua. — falou Nat, bicuda no colo da Priscilla. As duas estavam sentadas na sala, depois de acordar e tomar o desjejum.

— E que horas a gente vai para a cachoeira? — perguntou Nat, sentindo os beijos no pescoço da namorada, que parou para responder.

— Acho que... hum... depois do almoço. — respondeu Pri, retomando os beijos.

— Hum... pode ser... — falou Nat, quase se rendendo àquelas carícias.

— Eu não tô fazendo nada! Só tô dando uns beijos, sei que não vai rolar nada além disso. — Pri brincou, voltando a beijar as costas de Nat.

— Sei muito bem onde você quer chegar com esses beijos. Não vem bancar a desentendida que não me convence. — Nat provocou, sorrindo.

— Não vou fazer nada, eu prometo. — respondeu Pri, com um olhar sincero.

— Sério, amor? Eu tô toda dolorida ainda da noite agitada que a gente teve. — falou Nat.

— Calma! Eu só quero ficar assim com você, namorando um pouquinho. Esses dias longe de você foram difíceis, eu fiquei mal sem você por perto. — Pri falou baixinho.

— Eu entendo! Eu também sofri por estar longe de você. Te amo muito, meu amor. — Nat disse antes de beijar Priscilla. Elas ficaram ali, no sofá, sem ver o tempo passar.

As duas estavam no mesmo lugar, Nat ainda sentada no colo de Pri, recebendo um beijo que tirava o fôlego. Uma das mãos de Priscilla deslizou até a bunda de Nat, apertando com firmeza. Nat soltou um suspiro, misturado a um gemido.

Com um leve movimento, Nat rebolou no colo da namorada, fazendo as duas gemerem. Priscilla tirou a blusa de Nat, deixando-a só de sutiã, e voltou a beijá-la, descendo até o pescoço e ao vale dos seios. Nat estava muito excitada e molhada.

Ela rebolou mais, dando um tapa que incentivou ainda mais as reboladas. — Gostosa! — disse Pri, antes de desferir outro tapa, arrancando mais um gemido.

Natalie tentou tirar a camiseta que Pri usava, mas foi impedida. Priscilla retomou o controle, tirou Nat do colo e disse:

— Desculpa, mas eu prometi que não faríamos nada, e vou cumprir.

Nat, indignada, olhou para ela e falou:

— Sua desgraçada! Você me provoca, me deixa assim e depois diz que não vai terminar o que começou?

— Desculpa! Também tô muito excitada, mas prometi que ia te respeitar, e é isso que vou fazer.

— Esquece a promessa, vem me fazer gozar, Priscilla!

— Sinto muito, mas não! Você que pediu.

— Amor, por favor! — pediu Nat, subindo no colo de Pri, abrindo seu short jeans e colocando a mão dela lá dentro. Pri sentiu o quanto Nat estava molhada e gemeu.

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