- Não fala assim, Laur!
- Mas é verdade, Britt, vocês não têm noção do quanto está doendo não tê-la mais em meus braços. - Laurel desabafa em choro nos braços de suas amigas e passa um bom tempo assim sem dizer uma palavra.
- Sabe, às vezes eu me pego pensando que isso é tudo ilusão da minha cabeça, que a qualquer momento ela pode entrar por essa porta com seu lindo sorriso, mas aí eu caio na real e vejo que é tudo ilusão, que ela não vai mais voltar.
- Mas ela vai sempre estar com você, Laur, não importa onde ela esteja. - Brigitte fala para sua amiga.
- Não tem um dia sequer que eu não sonho com ela, que eu não escuto sua voz em meu sonho. No sonho, nós duas estamos tão felizes com nossa família, mas aí eu acordo e vejo que isso não passa de um sonho.
- Nós tínhamos planos de voltar para Santorini e levar a nossa filha conosco. Ela estaria grandinha, já poderia viajar conosco para conhecer o lugar onde fomos felizes e se tornou o nosso lugar preferido. Foi lá que eu a pedi em namoro.
- Nós sabemos disso, nós duas te ajudamos em tudo. Esqueceu, mesmo termos ficado bravas contigo por não ter deixado ir com você nessa viagem, como uma péssima amiga que você foi.
- esculpa! Amigas, mas eu queria que aquela viagem fosse algo romântico entre nós duas e foi, porque nunca vi ela tão feliz quanto na viagem. Aproveitamos a cada segundo que estivemos naquele lugar.
- Eu imagino que devem ter transado muito, por lá deve ter sido isso o motivo de nos querer por lá, se não estragarmos as fodas de vocês duas. - Alexie falou para sua amiga, que riu e não negou o que sua amiga disse.
- Alexia, larga mão de ser inconveniente.
- Deixa ela, Britt, porque não está totalmente errada, nós fomos a muitos lugares por lá, mas também transamos muito, que quase fomos presas, ela quis me matar quando aquele guarda nos pegou no ato naquela noite no carro.
- Aí só vocês duas mesmo, qualquer oportunidade que tinham já estavam se comendo, eu nunca vou me esquecer do dia que peguei vocês duas na casa de campo em Petrópolis.
- Aquele dia, ela morreu de vergonha, ficou um bom tempo sem olhar para sua cara e ficou brava e irritada contigo pelas brincadeiras que a senhorita fez, e ela nem gostava muito de você e morria de ciúmes.
- Eu não sei por quê, eu gostava e muito dela, principalmente o bem que ela te fazia, a leveza que ela te trazia.
- Ela tinha motivos de não gostar de você, toda oportunidade que tinha, a senhorita ficava cantando a Laur, que era namorada dela. - Brigitte responde à sua amiga.
- Mas eu também vivia cantando ela, que era uma tremenda de um mulherão, uma gostosa. Esse é o meu jeito doido de ser, uma vagabunda talarica, mas eu jamais separaria o meu casal preferido. - Lexie rebate sua amiga e Laurel fecha a cara e diz: 'Hum, socorro.'
- Se você se referir à minha mulher dessa maneira novamente, será uma gay a menos na face da terra. - Laurel disse para sua amiga em um tom enfurecido.
- Credo, não precisa dessa agressividade toda para cima da minha pessoa, até porque meu coração já está preenchido e tem uma outra dona em meu coração, e não você nem Camille que está morta agora.
- Lexie, sua insensível! Ninguém quer saber da sua vida amorosa, viemos aqui para falar sobre a Laur e não sobre você. - Brigitte fala brava com sua amiga que dá de ombros.
- Deixe de implicar com ela, Britt. Tudo bem ela dizer que está com alguém e apaixonada, pelo menos uma de nós duas está feliz com quem ama. Espero que vocês sejam felizes e que o amor de vocês dure muito tempo e que tenham um final feliz, bem ao contrário do meu.
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universo do amor
Fanficjá parou pra pensar como o amor pôde ser tão complicado às vezes quando você encontra aquela pessoa e vocês começam a se relacionar e aí surge algumas barreiras cabe vocês decidirem se vão ficar juntas ou não.
