Pov: Priscilla.
— Faz cinco minutos que eu havia acordado depois de boa horas dormindo, acho que dormi a tarde inteira, que meu corpo está bem relaxado sem sinal de cansaço por conta da viagem.
— fiquei alguns segundos deitada até eu levantar de vez da cama, eu desci até a cozinha para beber um pouco de água.
— Quando adentrei na cozinha, eu encontrei meu pai sentado na mesa que tem ali, comendo um enorme pedaço de bolo de chocolate.
— achei que não estava aqui e sim na empresa trabalhando? — perguntei a ele.
— Eu tirei uns dias para ficar em casa, a Beatrice não está bem e achei viável ficar em casa para cuidar dela.— replicou meu pai.
— Ela não me parece estar bem, está muito abalada com o ocorrido.
— Eu tenho certeza que ela está assim, não é pelo acidente é alguma coisa aconteceu e fez com que ela batesse o carro, e eu quero saber o que é, ela andava muito inquieta dois dias antes do acidente.— afirmou meu pai.
— o que ela disse para mim, que ela se encontrou com a irmã e mãe dela.
— Ela não me informou em nada!
— O que parece o encontro dela com a irmã foi muito agradável que até estão por marcar um jantar aqui para que ela conheça a gente, mas o encontro com a mãe não foi muito agradável foi oposto ao que foi da irmã.— informei o meu pai.
— eu devo imaginar, eu vi aquela mulher uma única vez ela é um ser muito de nariz em pé que se acha melhor que as outras pessoas pelo que tem, lembro bem quando fomos eu e a Paty na Itália para ver a Bea, ela foi muito frio, fala com pouco caso da sua madrasta e visível o quanto que ela não gostava da própria filha.
— nossa!
— A sua mãe se preocupava muito com a sua madrinha, porque ela sabia o como ela sofria com o desprezo dos próprios pais.
— como pode uns pais desprezar tanto uma filha, isso deve fazer muito mal.
— Sim, Bea demonstra ser uma pessoa forte e fria às vezes, mas no fundo no íntimo ela sofre bastante com o desamor deles, isso afeta muito ela.
— Ela deve ter sofrido muito?
— o pouco que sei da relação entre eles, é que nunca se importaram com ela tanto que a internou naquele lugar, eu lembro de ir em umas das visitas com sua mãe e vi como ela estava, não tinha muito discernimento em nada e eles se aproveitaram ela estava sendo tratada como louca naquele lugar, se não fosse a Paty talvez ela nem estaria aqui eles fizeram um inferno na vida da Bea.
— Ela conta que quando esteve lá, ela era forçada a tomar remédios que faziam muito mal a ela, era agredida constantemente tanto que ela tinha marcas de agressão e seus pulsos tinham marcas de algemas.
— Quando vimos essas marcas, sua mãe foi direto falar com minha sogra se é que eu posso a chamar assim, ela tirou a Bea daquele lugar porque a Patrícia ameaçou ela Por essa razão que ela fez, quando ela voltou comigo e sua mãe para aqui no brasil, ela passou um mês sem dizer uma palavra , teve surtos durante a noite achando que faríamos mal a ela, não deixava ninguém a não ser sua mãe se aproximar dela, bea só se recuperou porque sua mãe teve muito amor e paciência com ela e fez tudo o que o psicólogo orientou.
— Eu não quero, nem imaginar! ela sempre demonstrou ser uma pessoa forte que não se abala com nada.
— isso é só uma casca que ela colocou , porque ela não gosta muito de tocar nesse assunto que remete sensações, sentimentos e lembranças ruins, ela até hoje tem pesadelos quando esse assunto vem à tona.
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universo do amor
Fanfictionjá parou pra pensar como o amor pôde ser tão complicado às vezes quando você encontra aquela pessoa e vocês começam a se relacionar e aí surge algumas barreiras cabe vocês decidirem se vão ficar juntas ou não.
