capítulo:33

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                         Dias atuais.

Nat: Então, vó, você aceita almoçar aqui?

Mari: mas é claro que eu aceito minha princesinha.

Nat: Vó, eu não sou mais criança, para a senhora me chamar assim.

Maria, minha linda, entenda uma coisa: não importa quantos anos você tenha, para mim você sempre será minha princesinha levada que vivia me pedindo biscoito.

Mari: aliás, até hoje a senhorita pede. (risos)

Nat: Aí, para a vó!

Mari: Mas é verdade.

Nat: É mais... quer saber, vou ligar para minha namorada.

Natalie então sai da sala e vai ligar para Priscilla, deixando sua avó ali na sala rindo do que estavam conversando com sua neta.

Minutos depois.
Mari: conseguiu falar com ela?

Nat: Sim, consegui.

Mari: Então ela vai vir almoçar com a gente.

Nat: Infelizmente não, ela está ocupada ajudando o pai na empresa.

Depois de ver isso, as duas ficaram conversando mais um pouco até o almoço ficar pronto. Depois de alguns minutos, a empregada foi avisar às duas que o almoço estava pronto, elas então foram almoçar.

Após a refeição das duas, Marina então resolve perguntar a Natalie sobre o namoro dela com Priscilla. Ela queria saber mais da história das duas.

Mari: Então, minha princesinha, me conta mais sobre como tudo começou entre você e a Priscilla.

Nat: Bom, a gente se conhece desde pequena, já que a tia Patrícia era amiga da tia Christine. Logo de cara, eu e ela fizemos amizade. Ela dormia na minha casa e eu na dela.

Nat: Nós duas éramos muito próximas uma da outra, nos tornamos melhores amigas, um tempo depois infelizmente tia Patrícia ficou muito doente e veio a falecer decorrente de um câncer.

Nat: a Priscilla sofreu muito com a morte da tia, já que ela era muito apegada à mãe dela, sem contar que ela presenciou todo o sofrimento da mãe.

Mari: Eu sinto muito por ela, deve ter sido muito ruim para ela, deve ter sido muito difícil para ela ver o sofrimento de sua mãe.

Nat: E foi, avó, o irmão dela tinha quase 1 ano quando a mãe dela descobriu que estava doente, e 2 anos quando ela faleceu. Foi muito rápido quando descobriu o câncer, não tinha muito o que fazer já que ela demorou a descobrir o que era, por isso o câncer estava muito avançado.

Mari: nossa, coitada, por isso que é importante descobrir no começo, assim a chance de se curar é maior.

Nat: Sim, verdade!

Nat: eu fiquei do lado dela o tempo todo, desde que ela soube que a mãe estava doente, até a morte da tia Patrícia. Nós duas ficamos mais grudadas depois disso, já que eu também sei como é ter uma mãe falecida.

Nat: Com o tempo, nossa amizade se fortaleceu ainda mais, ela me ajudava e eu ajudava ela também, era uma pela outra.

Nat: Um tempo depois, o pai dela se casou de novo, com uma mulher com quem até hoje não se dá bem, que vive a provocando e cutucando, tirando-a do sério.

Nat: A gente foi crescendo unidas cada vez mais, a Pri sempre foi muito protetora, cuidadosa comigo e sempre me mimou muito.

Mari: Já percebi isso, fico feliz por você estar namorando uma pessoa que te trata muito bem.

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