Capítulo:38

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Eu levantei a mão livre, até o seu pescoço, apoiando ali.

Nat: Geme para mim, Priscilla!

Ela obedeceu a cada estocada, um gemido mais alto, mais escandaloso.

Sem parar os movimentos, eu arranhei suas costas.

Nat: Goza para mim, Priu; falei baixo no seu ouvido, mordendo o lóbulo de sua orelha.

Priu: humm... caralho - gritou quando eu aumentei a velocidade, segundos depois o orgasmo veio forte, intenso, alucinante.

Ainda de olhos fechados, com a respiração ofegante, eu tirei os meus dedos de dentro dela.

Nat: tire o sutiã e deite de barriga para cima; pedi séria.

Ela fez o que eu ordenei a ela e esperou o que poderia vir pela frente.

Eu caminhei na cama, até sentar no seu rosto, montando o famoso 69.

Ela começou a me chupar com vontade, meu sexo estava molhado e latejando, com isso ela pôde julgar que eu estava no mesmo estado que ela.

Minha língua começou a chupar novamente, ela gemeu na minha buceta, aos poucos fui sentindo seu sexo reagir aos meus estímulos.

Eu a penetrei novamente, fazendo-a delirar de prazer, sua buceta era maravilhosa, eu poderia ficar horas chupando-a.

Ela colocou dois dedos dentro de mim, eu soltei um palavrão baixo.

Nat: Puta que pariu!

Ela metia forte em mim, assim como eu nela, não demorou muito para gozarmos juntas.

Saí de cima do corpo dela e me deitei ao seu lado.

Pri: o que foi isso? - ela perguntou ofegante.

Nat: Você me deixa assim, Priscilla, louca, feliz. 6 meses de namoro; eu respondi.

Ela sorri e deita em cima do meu corpo e, com a voz rouca, fala em meu ouvido:

Priu: Quer dizer que eu te deixo louca, é? - ela pergunta.

Eu me arrepiei e eu me excito só de ouvir sua voz, ela começa a distribuir beijos pelo meu pescoço, e acabo não respondendo sua pergunta e ela fala de novo:

Priú: eu te fiz uma pergunta, Nat, me responde o que eu te perguntei!

Nat: s-sim, pri.

Priú: sabe, eu acho que está na hora de retribuir você pelos orgasmos que você me deu essa noite; falou ela com a voz mais sensual e cheia de tesão.

Nat: n-não precisa, amor.

Pri: mas eu quero, e tenho certeza de que você vai gostar muito.

Ela então me beija com vontade, um beijo cheio de malícia. Após alguns minutos me beijando, ela quebra o beijo, sai de cima de mim e fala.

Priu: vire de costas para mim!

Eu faço o que ela ordenou, fico de costas para ela, ela então coloca seu corpo em cima do meu com delicadeza, ela afasta os meus cabelos da minha costa.

Ela começou a distribuir beijos pelas minhas costas, até chegar em minha bunda, onde ela dá um tapa e fala.

Priu: gostosa! - Outro tapa, você não sabe como eu sou obcecada pela sua bunda, minha gostosa.

Ela então dá uma mordida no lado direito da minha nádega, a essa altura eu já estou molhada em um estado deplorável de novo.

Ela começa a dar um beijo onde ela mordeu, e ela coloca suas mãos em minha cintura e continua dando beijo ali.

Ela tira suas mãos de minha cintura, abre minha nádega e começa a me penetrar com sua língua.

E uma onda de prazer me atinge, eu começo a gemer sem pudor, ela desce sua língua até em minha buceta e começa a me chupar. Quando eu estou perto de gozar, ela então tira sua língua, eu estou prestes a xingar-lhe.

Mas sou surpreendida quando ela começa a abrir minha nádega de novo. Eu então a olho em seus olhos, com o olhar, ela me pede permissão, então eu dou a permissão.

Ela começa a me penetrar com dois dedos, no começo eu senti dor, mas depois a dor foi sendo substituída pelo prazer.

Começo a fazer um vai e vem com meus dedos, eu aperto os lençóis pelo prazer que eu estava sentindo.

Começo a gemer a cada estocada dela.

Nat: humm... pri mais forte.

Ela sim faz, ela começa a me penetrar mais rápido e forte.

Nat: as.. Sim, PRI!

Eu não demorei muito para chegar ao meu ápice, e gozo. Ela então, com delicadeza, me vira de frente para ela e sobre mim, ainda sinto sua buceta molhada na minha.

Ela começa a se movimentar em cima de mim, nossas bucetas começam a se roçar uma na outra, eu levo minhas mãos em suas costas e arranho as costas dela.

Tenho certeza de que vai ficar marcado nas costas dela com as minhas unhas, ela aumenta a velocidade dos seus movimentos, então nós duas chegamos ao ápice juntas.

Ela sai de cima de mim e deita ao meu lado, ainda ofegante. Ela me puxa para deitar em cima do seu peito, me abraça e me faz carinho nos meus cabelos. Nós encaramos por alguns minutos e nos beijamos em seguida, um beijo sem ser malicioso e sim com amor.

20 minutos depois.

Nossas respirações já tinham voltado ao normal, eu achei que já estava na hora de dar outro presente dela, então me levantei de cima da cama e fui pegar o segundo presente dela.

Nat: Amor, quero te dar uma coisa.

Priu: achei que você já tinha me dado.

Nat: Palhaça!

Priu: Desculpa, eu estava brincando, amor, mas então o que é que você quer me dar?

Nat: tudo bem, é isso aqui é seu presente, feliz 6 meses de namoro.

Pri: Nossa, são lindos!

Nat: eram das minhas mães, minha mãe Laurel deu para minha mama Camille, quando elas completaram 1 ano de namoro.

Nat: aí minha mãe, Laurel, falou uma frase para minha mama. Eu queria dizer para você essa mesma frase.

PRI: Que frase?

Nat: Que quando a gente encontra um amor, o tempo pode até nos afastar, mas, se a gente estiver destinada àquela pessoa, o destino fará que nós nos encontremos de novo.

Pri: verdade, linda frase.

Pri: mas sabe, o tempo não precisa nos afastar para saber que eu sou destinada a você.

Nat: Te amo, meu amor.

Pri: também te amo, pequena?














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