Capítulo 84- FIGHTING CONFLICTS WITHIN YOURSELF, PARTE 2 ...

31 3 0
                                        

Uns dias depois...

- Fazia uns dias que tinha acontecido a tal festa na piscina, onde tinha rolado o tal beijo entre as duas jovens, que não pararam de pensar nele nenhum momento.

- Depois daquele dia, elas continuaram com as rixas delas, mas agora tinha um fator novo. Toda vez que discutiam uma com a outra quando estavam sozinhas, sempre acabavam da mesma forma, isso mesmo que estão pensando, com um beijo.

- Hoje estava sendo um dia frio com nuvens cinzentas, tinha uma previsão de uma grande frente fria que ia passar pelo Rio de Janeiro. Hoje as meninas não tinham se visto, pois quando uma quanto a outra passou o dia debaixo da coberta, já que o dia era domingo e não tiveram aula.

- Camille passou o dia pensativa, assim como a Laurel. Já era a noite quando a jovem LeBlanc vestiu uma roupa grossa de frio antes de sair para dar uma volta por perto da piscina. Ela só não imaginou que, fazendo isso, iria encontrar o motivo da sua tormenta por esses dias. Também iria estar perto da piscina. Ela iria voltar, mas ouviu a Camille falar.

- Não precisa voltar para dentro só porque eu estou aqui, Laurel!

- E quem disse que é por isso?

- Não precisa ser muito esperta para saber que minha presença te incomoda, Laurel.

- Impressão sua, coisinha!

- Será que dá para parar de me chamar de coisinha!

- Não! Acho que coisinha combina tanto com você. - respondeu a jovem LeBlanc, fazendo a Camille revirar os seus olhos.

- É impressionante que você nunca tire esse ar de patricinha mimada de você.

- Eu não sou patricinha!

- E nem eu sou coisinha, que você insiste em me chamar. - rebateu a Camille para a outra jovem que apenas bufou com a fala dela.

- Mas é que, ao contrário de mim, você é sim uma coisinha, uma coisinha insignificante, diga de passagem.

- Se eu sou tão insignificante assim, por que você adora implicar comigo e me tirar do sério?

- Porque meu dia não tem graça se eu não fizer isso com você, é muito engraçado a cara que você faz, isso é impagável e é o que me faz rir, você perde a paciência facilmente.

- Por que será? Deve ser das suas brincadeiras e apelidos que não têm absolutamente nada a ver e nem são engraçados.

- Para você, porque para mim tem graça, mas muita graça, coisinha. - Laurel fala em um tom de deboche para Camille, que já está ficando irritada com o que a outra jovem está a dizer para ela.

- Eu não sei qual a necessidade que você tem de ficar me irritando e me humilhando tanto, já que você vive dizendo que eu sou uma coisinha insignificante e sem sal, para você, Laurel. - pergunta Camille, se aproximando mais de Laurel, que fica nervosa com a aproximação delas, que pouco centímetro separava seu corpo do da Camille, que a olhava fixamente nos olhos.

- Eu já falei para você do porquê eu faço isso. - respondeu Laurel, também olhando nos olhos.

- Será que é só isso mesmo, Laurel?

- Sim! Que mais seria se não fosse isso? - pergunta Laurel nervosa, com aproximação de Camille que está mais perto dela, enquanto olha diretamente para ela, mas precisamente para a sua boca.

- Está nervosa, Laurel? Pergunta Camille para a jovem moça em sua frente, que responde a ela com um sinal de não com a cabeça. - Mas, respondendo a sua pergunta, me diz você, Laurel, me diz qual é o verdadeiro motivo de querer tanto me tirar do sério, e principalmente o porquê de você ficar tão nervosa quando eu estou tão perto de ti como estou agora? - Laurel não disse nada, apenas ficou a olhando nos olhos, antes de dar um beijo em Camille, um beijo delicado e lento. Sua língua passeava pela boca de Camille, que gemia sobre os lábios de Laurel, que segurava firme a sua cintura enquanto a beijava. O beijo que estava sendo lento passou a ganhar intensidade e Camille coloca seu braço em volta do pescoço de Laurel.

universo do amor Onde histórias criam vida. Descubra agora