55- Fugindo.

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São Paulo.

Elas já tinham comido algo e ambas já tinham tomado banho, e estavam se beijando. Priscilla, deitada em cima dela, foi descendo os beijos para o pescoço da namorada. Ela pôde sentir o momento exato em que os pelos do corpo se eriçaram quando sua língua tocou no ponto de pulso da amada.

Natalie então deslizou suas mãos pelas costas de Priscilla, que estava por baixo de sua blusa. Com um olhar, pediu permissão para tirar a blusa da amada.

— Pode tirar! — Natalie respondeu, e assim ela fez.

Pov Priscilla

— Me beija — pediu Natalie, puxando sua namorada pelo pescoço. Ela estava sentada na cama, e Priscilla sentada em seu colo. Pediu o beijo porque precisava dele.

Priscilla então a beijou e, sem parar, foi deitando a Nat devagar na cama. Parou o beijo por alguns segundos, ajoelhou-se na cama para tirar o shorts do baby doll da namorada. No processo, deixou uma trilha de beijos até chegar na frente da intimidade dela, parando ali e, com delicadeza, tirando o shorts do baby doll, deixando ambas apenas de peças íntimas.

— Vira de costas — ordenei.

Ela então obedeceu, demonstrando que não estava em condições de questionar, e vi que faria tudo o que eu pedisse naquele momento. Virou-se e ficou esperando o que eu faria. Joguei seu cabelo para o lado, deixando sua nuca livre para mim. Minha língua entrou em contato com a pele do seu pescoço e ela soltou um gemido.

Sorri e fui descendo os beijos, começando a lamber suas costas. Foi esse trajeto até chegar na calcinha, quando pulei essa parte e desci para suas pernas, distribuindo beijos e lambidas. Desci em uma e subi na outra, até chegar de novo no pano da sua calcinha. Então passei a língua de baixo para cima, tocando tanto seu sexo quanto seu ânus. Ela, por fim, não conseguiu mais se segurar e soltou um gemido alto, apertando o lençol da cama.

— Vira de frente pra mim agora!

Ela se virou, e eu já estava tirando minha calcinha e sutiã. Estava molhada e meu sexo começava a latejar. Não ia mais torturá-la, então fui em direção à sua calcinha e comecei a abaixá-la, sem deixar de olhar para ela. Assim que tirei, joguei longe e me encaixei em seu corpo, fazendo nossos sexos encharcados se tocarem, causando gemidos simultâneos. Fechei os olhos.

— Goza comigo.

Pedi e comecei a roçar nela, rebolando ora devagar, ora mais rápido. Aquilo deixava tanto ela quanto eu loucas. Ela apertou o lençol da cama mais uma vez.

— Priscilla...

— Oi — respondi, com nossas testas coladas uma na outra, sem desviar o olhar.

— Eu vou... ai, eu não tô aguentando.

— Já?

— Já... por favor... — seu corpo arfava e parecia que ela já não tinha controle.

Comecei a rebolar devagar, para provocá-la.

— Ai, assim é... — eu peguei sua mão, colocando-a sobre a minha cabeça, apertando forte, deixando claro que eu também estava a ponto de explodir.

De repente, comecei a acelerar os movimentos e apertar suas mãos com força. Mesmo com nossas expressões de prazer, não deixávamos de nos olhar. Até que, em um determinado momento, não deu mais para segurar.

— Priscilla, eu vou gozar.

— Goza... goza comigo, amor.

Gememos de prazer juntas e, entre gemidos, ouvi ela dizer para mim:

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