- O dia já se fazia presente na mansão da família Kate LeBlanc, e a jovem Laurel ainda estava tomando o seu desjejum para ir ao colégio, ela ainda estava chateada e magoada com seus pais, por eles terem feito mais uma vez ela passar o seu aniversário sozinha.
- não que ela fosse muito ligada a eles, pelo ao contrário nunca foi uma pessoa muito carinhosa ou até mesmo muito grudenta com sua mãe ou pai, ela nunca foi de ter muito contato físico com as pessoas, não é atoa que ela é conhecida como uma pessoa fria.
- mas mesmo sendo essa pessoa fria que não gosta de ter contato físico, ela ainda sim, não queria ter passado o seu dia só, como uma verdadeira moça solitária. ela não os perdoaria tão cedo e pretendia ignorá-los por muito tempo, na verdade ela já estava fazendo isso.
- seus pais desde da noite estavam tentando falar com ela e eles também estavam mal por mais uma vez passaram o aniversário longe da filha deles, e mesmo de longe dela eles tentavam se redimir com ela , mas a jovem LeBlanc estava incompreensível e se recusou-se a falar com eles todas as vezes que seus pais ligaram.
- senhorita LeBlanc, não acha que deve atender pelo menos dessa vez a ligação deles? Eu sei que está chateada pelo que fizeram, mas ficar ignorando a ligação deles não vai apagar o que fizeram.- Marina diz para a jovem que não diz uma palavra e apenas fecha sua expressão mostrando que não estava gostando do que estava ouvindo.
- e você acha correto que eles fizeram. Marina?
- eu?- pergunta confusa.
- Sim! Você faria o mesmo que eles fizeram?
- Não achei correto, e também não deixaria minha filha passar o seu aniversário sozinha, senhorita LeBlanc. - respondeu sincera a mãe de Camille para a jovem.
- Por certo, a senhora me compreende, Marina, eu sei que não muda em nada isso, pelo menos eles ficam sabendo que eu não fiquei de acordo pelo que fizeram, como não bastasse terem me deixado sozinha em meu aniversário, ainda tiveram a audácia de me mandar um buquê de flores com chocolate com cartão, com palavras que nem sequer são verdadeiras, achando que iam compensar alguma coisa.
- Você tem razão! Até certo ponto, não é porque eles estão a toda hora viajando para trabalhar que quer dizer que eles não te amam ou que não se importam com o seu bem-estar, pelo contrário, é exatamente por estarem sempre trabalhando que eles se preocupam contigo e com seu bem-estar.
- Ser mãe e pai de alguém requer muita responsabilidade e escolhas, muitas delas temos que fazer certas escolhas, pode fazer que não temos muito tempo com os nossos filhos(as) e trabalhar mais é dar o melhor para um filho(a). Isso é uma das decisões mais difíceis que tomamos, principalmente para nós, mulheres que somos mães, mas isso você só vai saber quando for uma.
- Pode até ser isso, Marina, mas mesmo assim isso machuca, dói. Eu queria que uma vez, uma vez na vida, queria ser a prioridade deles, que meus pais se esquecessem um pouco do trabalho deles, Marina.
- Já tentou dizer isso a eles?
- Não!
- E por que não diz? Quem sabe eles começam a passar mais tempo com a senhorita. - Marina diz em tom calmo para a filha do seu chefe, que bebe mais um pouco de chá antes de lhe responder.
- Porque, Mari, amor, carinho e atenção são algo que se recebe de alguém espontaneamente, e algo que se demonstra sem ser cobrado, sem ser mendigado.
- Vejo que a senhorita não irá mudar de ideia e continuará os ignorando?
- Sim! E ainda será pouco pelo que eles merecem.
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universo do amor
Fanfictionjá parou pra pensar como o amor pôde ser tão complicado às vezes quando você encontra aquela pessoa e vocês começam a se relacionar e aí surge algumas barreiras cabe vocês decidirem se vão ficar juntas ou não.
