Capítulo 77- Discovery and Acceptance

48 4 0
                                        


— vai negar agora que não é você nesse vídeo!

— pai eu...e-eu posso te explicar!— se retraiu começando a chorar, e seu pai sem dizer nada levantou da mesa sem dizer nada ficando de costa pra eles com suas mãos no rosto.

— p-pai, me deixa te explicar, por favor!— Mônica pediu em súplica com seu rosto já banhado em lágrimas.

— explicar o inexplicável vai dizer que não é você, neste vídeo com aquelazinha bem que o meu santo não bateu com ela. Tava aí o motivo lá no fundo era algo me avisando dessa sem vergonhice das duas.

— Dá pra você calar a sua boca!

— mais è verdade! Você é uma sem vergonha, uma sem moral alguma eu tenho nojo de você como pode ser tão...tão depravada a esse ponto, como uma descarada.

— JÁ CHEGA! Eu não vou permitir que fale assim da minha pessoa Enzo.

— você não tem que permitir nada, e vai me ouvir sim.

— Ouvir o que senhor Lorde? Ouvir dizer que sou uma libertina, uma imoral, devassa é o que mais...mesmo há lembrei uma sem vergonha. Sou mesmo tudo isso e um pouco mais, maninho e muito obrigada pelos elogios. Eu gostei muito deles.— Mônica rebateu mais uma vez, agora limpando suas lágrimas do seu rosto.

— e ainda fica "Ludibriando" da gente!

— e ainda debocha da nossa cara, você vem anos nos enganando e envergonhando .

— envergonhando porque? Por eu ser eu mesmo, por me entregar a uma outra mulher?

— Sim, e você tem dúvidas ainda.

— Quem é você para falar de mim Enzo? Você me acusando e apontando esse dedo podre para mim, sendo que você é mais sujo que eu defende a moral e bons costumes, mas na primeira oportunidade traiu e trai a sua noiva, então não vem me causar não.

— eu não fiz nada de errado, eu gosto mesmo de mulher e muito tanto quanto você, já me deitei com várias inclusive como você, que vive fazendo orgia por aí que mais ao contrário de você eu não tenho noiva nenhuma e não larga ela para ficar com as outras, e muito menos largo ela passando mal para sair e ficar com as vadias que você pega.

— cala sua boca, sua libertina.

— não calo não, você não faz ideia do quanto eu sou apaixonada por qualquer tipo de mulher, como é bom dar e receber prazer.— ela se inclinou perto do irmão e continuou a falar.— e como é bom chupar uma buceta.

— sua depravada, ainda acha certo ficar falando essas imoralidades pra cima de mim, uma pessoa de bem como eu que tem "princípios".— falou se levantando da mesa e ficando de pé a encarando.

— eu também sou uma pessoa de bem, não é porque eu transo com mulher quer dizer que eu sou uma mulher de mal caráter.— rebateu seu irmão, e também se levantando e ficando de pé perto dele.

— você é uma mulher sem escrúpulos alguma, você com essa prática insana e nojenta.

— Enzo para! Já deu você já desabafou seu pensamento ultrapassado agora chega.— pediu Letícia.

— Chega! nada isso tudo é culpa dos nossos pais! Que não te criou com as rédeas curta, sempre te deixou você fazer o que quer, brincando com os meninos como se fosse uma de nós, com muita liberdade acabou dando nisso, nunca cortou esses pensamentos liberais que você passou a ter na adolescência.— finalizou sua fala e sua irmã passou a gargalhar alto da cara do seu irmão pela sua fala.

— E você acha mesmo porque eu, brincava com os meninos na infância, influenciou a minha sexualidade? Meu Deus! Lorde eu achei que o senhor fosse mais esperto e inteligente sendo um advogado.

universo do amor Onde histórias criam vida. Descubra agora