Capítulo 17

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- Oh

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- Oh.. dói Camile? — aperto mais a faca em sua perna aprofundando o corte —

- ahhhhh sua desgraçada — ela grita de dor —

Começo a perfurar fundo sua pele escrevendo letra por letra do nome do Anthony em uma perna, enquanto faço o mesmo na outra perna, porém com o nome do outro gêmeo...

Ela grita desesperada e com muita dor, mas nada e comparado a toda a dor causadas aos meus meninos..

- você merece sofrer por muito e muito tempo, sua vadia, mas não correrei o risco de deixar um monstro como você viva por muito tempo, gosto de resolver os problemas até a raiz — comento pensativa e me afasto —

- eles são meus — ela rosna com a voz trêmula —

- NUNCA — Gritei enfurecida dando um soco na cara dela, fazendo seu nariz sangrar — o Anthony e o Apolo são meus, e não tem ideia do quanto sou possessiva com o que é meu...

Pego um litro de álcool e começo a despejar em seus ferimentos ouvindo seus berros de angústia e sofrimento...

Sorrio maldosa vendo todo o seu rosto contorcido em dor, nada disso será suficiente para todo o mal que ela causou....

- coloque-a de joelhos e algemem suas mãos em cima da mesa — digo aos seguranças que prontamente atende a minha ordem —

A mesa de tortura é baixa, um pouco acima do joelho, os seguranças arrastam ela até a mesa e algema os braços dela os deixando imobilizados...

- mantenha a mão dela aberta e não permita que hora nenhuma ela encolha — ordeno séria —

Vou até a minha mesa de ferramentas e olho em volta procurando por algo interessante, pego uma adaga um pouco maior que a anterior e boa de corte...

Me aproximo de onde a vagabunda está e ela me olha com os olhos arregalados, tentando se soltar das amarras...

- você o tocou — rosno com os dentes trincados e corto o seu dedo mindinho — usou o corpo dele sem se importar com o que ele realmente queria — corto seu outro dedo fazendo espirrar sangue para todo lado e ela berrar de dor — o fez sofrer — corto o outro dedo — fez ele se sentir o pior homem do mundo — e por fim corto sua mão fazendo com que o pedaço de carne caísse no chão e esborrifar sangue ao redor —

- p-o-para com i-is-isso — ela sussurra quase sem voz parecendo fraca pela perda de sangue —

- já está querendo morrer, vadia? Nem começamos ainda — dou uma risada maligna e começo a fazer o mesmo processo com a outra mão — você tentou estuprar o Apolo, colocando essa mão suja onde não te pertence — corto seu dedo indicador — tocou no que é meu — corto seu dedão — e isso não tem perdão — aperto a faca em minha mão e uso toda a força para amputar sua mão direita —

Nossa mulher Onde histórias criam vida. Descubra agora