Apólo e Antony são irmãos gêmeos, portanto tem personalidades distintas, um é frio, arrogante e que só liga para seu trabalho...
Enquanto o outro é carinhoso, fofo e romântico, que sonha em encontrar uma pessoa que possa fazer ele feliz..
A chegada...
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Chego no apartamento dos gêmeos renovada, passei em casa apenas para tomar um banho e trocar de roupa, não podia chegar lá toda suja de sangue e fedida...
Logo na entrada encontrei Giulia que havia acabado de visitar os gêmeos, ela estava acompanhada dos meus amigos que não a deixam sozinha minuto nenhum, parecem carrapatos..
Segui em direção ao quarto do meu baby e ao abrir a porta com cuidado dou de cara com o Anthony que se assusta levemente...
Já fazia 1 semana desde que salvei o meu garoto daqueles dois vermes, tenho visitados os dois no galpão todos os dias e fazendo com que eles pague dia após dia pelo que fizeram aos meus meninos...
Contratei uma psicóloga e um terapeuta para ajudar os gêmeos, não somente o Apolo, mas o Anthony também...
- oi meu amor — digo sorrindo beijando seus lábios carinhosamente —
- oi princesa — ele sussurra me abraçando de lado passando os braços pela minha cintura — onde estava?
- acertando contas com dois vermes — digo dando de ombros com um sorriso maldoso nos lábios — mas me diz, como seu irmão está?
- na medida do possível, a psicóloga falou com ele agora a pouco — ele murmura cabisbaixo —
- ele vai se recuperar aos poucos, amor — sussurro baixinho — nesse momento ele precisará de nós, e estaremos ao seu lado para apoiá-lo e darmos todo o carinho e apoio necessário a ele.
- você não vai nos deixar né? — pergunta com a voz baixa e falha me deixando com o coração apertado —
- jamais, meu anjo — prometo com a voz firme acariciando seu rosto — sou a mulher de vocês e os dois são meus homens, nosso amor é mais forte que todos os obstáculos desse mundo, neném...
Vejo um sorriso pequeno se formar em seus lábios e um suspiro aliviado vir dele, ele esconde sua cabeça no vão do meu pescoço...
- você os matou? — questiona com a voz rouca —
- não, amor, eles não merecem uma tortura rápida, tenho muito o que fazer com aqueles dois desgraçados — digo séria —
- eu... quero ir com você amanhã — diz de repente me fazendo arregalar os olhos assustada — por favor, deixe-me ir vê-los por uma última vez...
- tem certeza, neném? — questiono com receio —
- sim, preciso desbravar um pouco do meu ódio e desprezo por aqueles dois por tudo que me causaram e pelo que fizeram com meu irmão — diz com determinação e rancor —
- tudo bem, meu amor, amanhã irei te levar até o galpão onde os dois estão presos — digo firme beijando seu rosto —
Ele assentiu levemente e me beijou calmamente, suas mãos em minha cintura enquanto as minhas faz carinho em seu lindo rosto..