Capítulo 35

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- você é igual sua irmã, sua vagabunda — grito enfurecida dando um soco no rosto de Alice que tomba a cabeça pra trás —

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- você é igual sua irmã, sua vagabunda — grito enfurecida dando um soco no rosto de Alice que tomba a cabeça pra trás —

Acabei de chegar no galpão onde a vadia estava amarrada apenas me aguardando, Giulia já havia começado a brincadeira antes de mim..

Mas essa infeliz insiste em negar a dizer onde o meu garoto está, ah mas ela vai falar, de uma forma ou de outra...

Já fiz algumas ligações e se precisar usarei algumas cartas na manga, mas encontraria meu garoto ainda hoje...

- não irei dizer, aquele bastardo pode até morrer, e prefiro assim — ela diz com um sorriso maldoso no olhar cuspindo sangue —

- vamos ver até onde aguentará sustentar essa ideia, vadia — murmúrio com um olhar sombrio e caminho até a bancada com alguns brinquedos —

Primeiro pego uma adaga afiada e um alicate em seguida, caminho de volta até onde ela estava amarrada e vejo a mesma arregalar os olhos...

- primeira pergunta que quero que me responda — me aproximo segurando o alicate com firmeza em minha mão — porque se aliou aos progenitores dos meus garotos?

- vai a merda — grita furiosa cuspindo em mim —

Sorrio maldosa e seguro sua mão que estava amarrada, aperto o alicate e puxo de uma vez sua unha, arrancando um grito de dor dos lábios dela..

Continuo fazendo isso em cada dedo, ouvindo seus gritos de dor, aquilo era algo tão simples, simplesmente muito fraca.

Arrancar as unhas não era pra tanto, ela estava gritando apenas pra fazer escândalo, nem comecei a torturar ela e já está assim.

- fico imaginando o que vai aprontar sem seus preciosos dedos — digo pegando minha adaga vendo ela se desesperar me fazendo rir — Oh, acabou escapulindo — ouço ela gritar agoniada de dor quando um dedo voa pelo chão — de novo — fingi demência cortando o outro dedo vendo jorrar sangue pra todo lado —

- Pa-para com isso — ela grita chorando de dor — V-voces vão ser presos, vou processar vocês — me olha com ódio —

- quer que eu chame um advogado? Tem o Gabriel, ele ainda é estudante mas pode exercer a profissão antes de formar — debochei com um sorriso de lado vendo-a me fuzilar com os olhos — sério mesmo que acha que sairá viva daqui?

- e-eu vou sair, vocês todos vão morrer — ela diz com raiva e grita de dor quando corto outro dedo e depois outro — Aahhhh...

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