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Caveira

Desgraçada. Essa é a única coisa que passa pela minha cabeça agora. A Rafaela é uma desgraçada do caralho. Maconha nenhuma nesse mundo ia conseguir me acalmar. Não enquanto ela tá deitada na cama, usando uma calcinha branca de renda e com a perna em cima do meu ombro me dando toda a visão da buceta gostosa que ela tem. 

Afasto um pouco a calcinha, pra melhorar minha visão ainda mais e vejo uma tatuagem na virilha. Um fogo. Abaixo meu corpo passando a língua em cima da tatuagem e vejo ela fechar os olhos gemendo baixinho. 

Chupei ela com vontade e ela se contorcia na cama, gemendo pra caralho. As pernas tremiam e quando percebi, ela gozou na minha boca. Eu ia sair pra pegar uma camisinha no short que eu usava, mas ela apontou pra mesinha do lado da cama e eu abri vendo algumas camisinhas lá dentro. Eu ia jogar essas porra tudo, vai vendo. 

Coloquei a camisinha no meu pau, me posicionei na entrada dela e ela puxou a corrente que eu usava, fazendo com que eu ficasse praticamente deitado em cima dela. Fui entrando devagar e puta que pariu. Eu já sabia que a buceta dela era gostosa demais, mas com meu pau dentro, eu percebi que era tipo o paraíso. 

Comi mulher pra uma porra nesses anos aí de crime. Mas nenhuma se compara não. Porque quando o bagulho envolve química, fica diferente e vai tomar no cu, mas que química do caralho que eu tenho com essa mulher. Enterrei ainda mais dentro dela e fodi com força.

— Caralho, Matheus. Isso. — ouvir ela gemer meu nome, acabou comigo. 

Se tem uma parada que eu não suporto é me chamarem pelo nome. Nem os caras chamam. Mas ouvir um "Matheus" sair dessa boca gostosa com essa cara de inocente que ela faz, é do caralho. 

Quando ela gemeu meu nome, mandei meu controle pra puta que pariu. Segurei o pescoço dela com uma mão, enquanto baixei a cintura dela, afundando na cama e deixando ela presa. Quando soltei o pescoço, coloquei as duas mãos e virei ela de costas deixando essa bundinha redondinha pra cima e não me controlei, dei um tapa forte, vendo a marca da minha mão ficar em poucos segundos. 

Não dava pra mim. Tirei a camisinha e coloquei meu pau dentro dela de novo. Dessa vez eu fui rápido e fundo de uma só vez, vendo ela virar o rosto pra me olhar.

— Matheus! — ela disse rindo 

— Cala a boca. 

Continuei fodendo aquela buceta no pelo mermo e sentindo cada travada que ela dava na buceta. Levantei um pouco o quadril dela, fazendo ela ficar de quatro e continuei no mesmo ritmo. 

— Eu vou gozar, continua assim. — ela me avisou

— Goza no meu pau gemendo o meu nome, filha da puta. — dou outro tapa.

Não demorou muito pra eu sentir as pernas dela voltarem a tremer e o líquido dela escorrer no meu pau, fazendo com que eu sentisse que também ia gozar. Bombeei um pouco mais dentro dela e tirei, gozando na bunda dela e me afastando um pouco, vendo ela se jogar na cama e respirar descompassado. 

— Vamo tomar banho. — falo dando um tapinha de leve na bunda dela que ainda tá marcada e ela resmunga levantando.

Ela saiu andando em direção ao banheiro que tinha no quarto e eu fui logo atrás. Ligou o chuveiro colocando uma água nem tão fria, mas também não tão quente e entrou embaixo do chuveiro, se molhando toda. 

Passei as mãos no cabelo dela juntando eles e peguei um shampoo que tinha ali. Abri a tampa e cheirei, sentindo o cheiro que o cabelo dela tem, então coloquei um pouco e esfreguei enquanto ela tirava. Fiz o mesmo com o condicionador e ela me entregou uma esponja já meio ensaboada. Passei nas costas dela e dei um beijo no seu pescoço, fazendo ela virar pra mim começando um beijo calmo. Ela não tava se aguentando em pé. 

Saí do banho e peguei uma toalha que tava estendida no banheiro e me sequei, entregando pra ela logo em seguida. Ela passou por mim e foi na pia, lavou o rosto e escovou os dentes.

— Eu não tenho uma escova nova — fez uma careta. — mas se você quiser, escova com a minha. — quem fez careta essa vez foi eu, mas peguei da mão dela.

Ela foi indo pro quarto enquanto eu escovava e logo depois eu saí, encontrando ela completamente nua passando uma parada no corpo que parecia um óleo. Como eu disse, uma desgraçada. Nem olhei muito e passei reto pra sala com a intenção de pegar minha cueca. Vesti na sala mesmo e voltei pro quarto, vendo ela vestir uma calcinha e fazer o mesmo percurso que eu, indo até a sala e já voltando vestida com a minha camisa, parando na porta e cruzando os braços.

— Vai ficar aí parada? — perguntei sentando na cama

— Não vai dizer nem "minha camisa fica melhor em você"? Igual aqueles caras de filme. — ela disse com a sobrancelha arqueada.

— Sou galã de novela não, sou bandido. Se liga, mandada. 

— Baita bandidão, mesmo. — ela tira uma comigo e se aproxima ficando na minha frente e passando a mão no meu cabelo, me fazendo fechar os olhos. 

— Vem descansar, pô. — ela assente dando a volta na cama e deitando do outro lado.

Ela abre a mesa do lado da cama e tira um controle de lá, ligando o ar condicionado do quarto. Viro pra me ajeitar e quando volto ela já tá deitado com aquele rabão pra cima, dou um tapa e escuto ela rir. Puxo a coberta em cima dela e me deito também, me cobrindo e apagando do lado dela.

[...] 

Nem sei quanto tempo eu dormi, mas acordo com meu celular tocando e o radinho fazendo um barulho chato pra caralho. 

— Atende essa merda, Matheus. — escuto ela resmungar.

Pego o celular vendo a hora. 3h40. Olho o visor e é o Leal. Já atendo puto, eu espero realmente que o mundo esteja caindo em cima da cabeça dele.

— Eu realmente espero que alguém tenha morrido, Leal. — digo antes de ele dizer qualquer coisa.

— Voa pro morro, tá tendo invasão. — ele diz e desliga. 

A Primeira Dama do Tráfico Onde histórias criam vida. Descubra agora