CAPÍTULO 16

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AÇUCENA CARVALHO

Dominic: Não se preocupe, querida.

— Então, vocês vão comigo pra cidade?

Damon: Agora, como nós podemos dizer não para esses lindos olhos?

Dominic: Pegue as suas coisas, linda! Estes cowboys vão levar a garota deles para a cidade!

Eu ri nervosamente e peguei a minha bolsa de cima da mesa.

— Vamos indo, meninos?

Dominic: Claro, linda.

Nós fomos para a rua onde o carro deles estava estacionado.

Nós fomos para a rua onde o carro deles estava estacionado

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— Que coisa! Eu não lembro de ver essa beleza antes!

Os gêmeos sorriram e Dominic se virou para mim e pegou a minha mão.

Dominic: Isso é porque esse é o carro que usamos nos domingos pra aparecer.

— O quê?

Damon: O que o meu irmão bruto está dizendo é que normalmente não dirigimos isso.

— Bem, e eu que me foda pra entender isso.

Dominic: Agora, querida? Por que falaria algo assim quando já saímos de casa?

Mas uma vez eu estava pensando em voz alta, mas Damon veio ao meu resgate. Ele deu um tapa em Dominic e o empurrou para o assento do motorista.

Damon: Você gostaria de sentar no meio de nós, Sra.Carvalho, ou perto da janela?

— Vou sentar entre vocês dois.

O calor em mim aumentou quando Damon me pegou nos seus braços fortes, me levantou para entrar no carro e subiu atrás de mim. Ele apoiou o braço na minha coxa e Dominic fez o mesmo. O caminho até a cidade foi um enjoativo, principalmente porque os dois gêmeos estavam tentando me apalpar, e eu me fazia de inocente, afastando as mãos deles e fingindo que estava mais interessada em qualquer coisa, menos nos dois me provocando.

Quando o passeio de carro acabou e estávamos de pé na rua em segurança na frente da pequena cafeteria, eu estava olhando em volta, tentando lembrar onde tinha estacionado o meu carro.

— Onde isso pode estar, droga?!

Eu o encontrei no beco lateral, apesar de não lembrar de ter deixado ele lá.

Dominic: Querida, esse  não é o seu carro?

— Eu... eu acho que é...

Naquele momento, vários pensamentos apareceram na minha mente. Alguém sabia quem eu era... alguém sabia onde eu estava... alguém do meu passado tinha voltado para me assombrar... um sentimento de medo e incerteza tomou conta de mim.

Damon: Quem poderia fazer algo assim?

— Alguém que me odeia!

Damon: Sra.Carvalho, quem poderia te odiar? Você é a pessoa mais legal que já andou nesse planeta.

— Bem, eu não sei... obviamente andei pisando no pé de alguém!

Naquele momento, tudo que eu queria fazer era contar tudo a eles. Mas, se Carlos estava por trás disso, contar a eles só colocaria a vida deles em perigo, e eu não queria isso. Completamente perdida em pensamentos, cobri o rosto com as minhas mãos.

Damon: Se acalme, Sra.Carvalho. Nós vamos cuidar disso.

— Como vocês vão fazer isso?

Raiva, desespero e dúvida tomaram conta de mim. Eu comecei a gritar.

— COMO, DAMON? COMO VOCÊ PROVAVELMENTE RESOLVERIA ISSO? MEU CARRO ESTÁ DESTRUÍDO, NÃO POSSO IR PRA CASA, NÃO TENHO OUTRO CARRO, ESTOU NUMA CIDADE ONDE EU NÃO CONHEÇO NINGUÉM...

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Até o próximo capítulo.

LAÇADA PELO COWBOY+18Onde histórias criam vida. Descubra agora