_02. Power Over Me...

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...I need you to see

You got that power over me
My, my

Everything I hold dear resides in those eyes

You got that power over me
My, my

The only one I know, the only one on my mind

You got that power over me

I know that I let her down, oh
Let her down, oh

You got that power over me
My, my

Everything I hold dear resides in those eyes

You got that power over me
My, my

The only one I know, the only one on my mind

You got that power over me...

. . .

Capítulo 02- Por todas as memórias acorrentadas.

-Que nada Tom, aqueles idiotas não lembram nem o teu nome

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-Que nada Tom, aqueles idiotas não lembram nem o teu nome. - digo tirando o cigarro da minha boca e assoprando a fumaça.

-Espero que sim, odeio ficar mal falado. Fico com fama de galinha.

-Tu tá com fama é de pega Aveia. - Erick diz se aproximando, Tom dá um sorriso ladino e levanta o rosto para encarar o baile.

-Enquanto aqueles alí preferem pegar Mucilon. - Tom aponta com a cabeça e solta um riso nasal, viro o rosto para ver de quem eles estavam falando.

-Porra, oque aquela idiota pensa que está fazendo aqui?! - Questiono indo até a roda dos filhos da puta que estão cantando a minha "noiva".

-Não quero, já estou indo pra casa. - Recusa um dos pedidos deles e meu sangue ferve ao ver Marcus à puxar pela cintura.

Nem escuto a barbaridade que ele ousou dizer e logo puxo a cintura da minha mulher pra mim.

-Ela disse não, seus filhos da puta. - jogo o cigarro longe - Vocês são surdos?

-Qual é, Diego. - Marcus reclama bêbado, se afastando e pondo as mãos na cintura - Essa é a sua nova puta?

-Essa é a minha mulher, e com certeza alguém que você nunca vai ter. - Digo firme, a sentindo tocar minha mão em sua cintura e me encarar curiosa, logo se dando conta de que sou eu.

-Tenho que admitir, essa é a mais gostosa que você já arrumou. Tá de parabéns. - bate palmas ironicamente e a encara de cima à baixo, sorrindo ladino. Reviro olhos por sua inveja e rio baixo.

-tá escorrendo baba, limpa aí. - Tom diz se aproximando, sinto Clara se arrepiar com o vento e percebo que ela está com frio. - E teu pau tá escorrendo também. - diz apontando e se vira pra mim.

-O proibido é mais quente, dá mais tesão. - Marcus apalpa por cima da calça encarando Clara.

-Vou levá-la pra casa, daqui à pouco tô de volta. - digo cerrando minha mandíbula, tenho que sair daqui antes que arranque os olhos do filho da puta.

-Aham, vou esperar no bar. - Tom diz e eu me viro a puxando pelos punhos.

Ao virar a esquina sinto ela puxar o braço, paro de andar e a encaro furioso.

--Oque pensou que estava fazendo? - Brigo, soltando seu pulso com brutalidade.

-Eu só quis sair pra passear um pouco, não tenho uma bola de cristal pra saber que aqui é assim. - rebate andando até em casa.

-Mesmo assim, deveria ficar no seu quarto dormindo, sua burra. - reclamo a fazendo bufar e parar pra me encarar

-Eu não sou obrigada a ficar lá dentro.

-É sim, oque fez com os seguranças? - questiono não os vendo em lugar algum, andando até ela.

-Sei lá, saí sem vê-los. - fala com desdém.

-Outros filhos da puta, deveriam ter te segurado. - volto a segurar seu braço a levando pra casa, de onde ela nunca deveria ter saído.

-Me solta, seu idiota. - reclama - tá doendo.

-E eu com isso?

-É isso que vai fazer com o braço da sua futura esposa? - pergunta, paro de andar para ficar cara a cara com ela.

Sinto sua respiração quente bater no meu rosto e a percebo ficar tensa. Sorrio ladino, colando nossos corpos. A prendo na parede de uma casa, a deixando mais nervosa ainda.

-Você, futura esposa - digo baixinho encarando seus olhos assustados, eu sei que ela vai escutar. - depois que nos casarmos, você vai ficar em casa cozinhando e limpando. Enquanto eu, vou estar trabalhando. - digo afrouxando o aperto, sem conseguir aguentar sua cara de dor, e apoiando minha mão na parede.

Droga, não consigo nem pensar em machuca-la.

-Eu não vou ficar em cativeiro só por casar com você. - ela rosna em minha cara.

-Ah você vai, vai ficar bem comportada em casa. Porque lugar de mulher é aonde o marido mandar. - digo mais firme ainda, a prendendo mais forte na parede.

-Lugar da mulher é aonde ela quiser. - diz colando seu peito no meu.

-Mas você - aponto - é diferente, eu mando em você agora.

-Você aceitou essa história de casamento numa boa né? Pra quem dizia ser duramente contra.

-Você parece ser a melhor das opções que ele já me deu.

-E você parece a minha pior opção. - diz me olhando com raiva e desdém, rio nasal e afundo meu rosto em seu pescoço.

-Eu sou a sua única opção, amor... - digo erguendo nossos rostos para a encarar, quando ela desviou o olhar e viu a xuxa que achei mais cedo, no meu braço.

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Até o próximo, benzinhos✨♥️

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