Uma troca de favores.
Um sequestro indireto.
Um velho trauma desbloqueado.
Várias vendas ilegais.
Eventualmente,
resultaram em
Sua venda.
Ana Clara, menina bonita,
além de dívida esquecida
em um trato de anos..
[...]
-Porque você se tornou minha pa...
Fuera, que me haces daño Mejor cortemos por la paz y en sano
Fuera, que al fin y al cabo Hay alguien que me está esperando
Te hedicho que no vengas más
¿Qué quieres? ¿Qué hago Para que no molestes ya?
No traigas regalos...
Capítulo 32 - Ele é sujo, isso me inoja...
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Eu tô completamente confusa.
Eu não sei se arranco meus olhos, se peço perdão a Deus, se choro, se converso com Nathaniel, eu não sei...
Meu Deus, me ajuda.
Estou no corredor do hospital, estamos esperando a família de Nathaniel vir ficar com ele, pra podermos ir embora. Já fazem 2 horas, e a desculpa que deram é que a família dele mora longe.
Estou encarando Denise já fazem 10 minutos. Ela está estática, incrédula, mas em seu olhar tem uma pitada de esperança. Ela ainda tá do lado dele?
—Denise. — Chamei sua atenção, desconfiada.
—Oi... — respondeu, mas continuava distraída. Eu poderia dizer que estava saindo fumaça de suas orelhas, afinal, talvez ela estivesse buscando soluções e justificativas ao que Nathaniel fez.
Pra falar a verdade, nem eu sei o porquê corri direto pro Diego. Acho que por ele ser o único homem que eu conhecia alí, ou simplesmente o único homem alí. Ou porque eu sabia que ele me defenderia....
Tá tudo uma bagunça.
De tempos em tempos, relembro aquela cena horrorosa. Que nojo.
É muito pior do que já li nos livros. Mas nós não estamos nos livros, e nós somos crentes — quer dizer, eu sou —, não fazemos isso, bom, nós mulheres não.
Será que é normal nos homens crentes? Eles ficam mais sensíveis quando se... Quando se.. quando ficam animados... Será que é normal? Bom, se for, que nojento.
—Eu vou embora, não aguento mais ficar aqui — Murmurei me levantando, cansada — Minha cabeça tá doendo. Se quiser ficar, fique. Tchau.
—Clara! Clara! Volta aqui! — Denise disse se levantando.
Ela começou a me seguir tentando me segurar, e conseguiu segurar meu braço.
—Você não me contou essa história direito. — cobrou, revirei os olhos. — Espera um pouco, poxa. Não podemos deixa-lo sozinho num momento como esses!