26.

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Amber Freeman
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Acordei com uma luz forte em meu rosto, após muito esforço para conseguir abrir os olhos, enxerguei o sol radiante através das cortinas do quarto.

O pôr do sol iluminou todo o cômodo e acabei notando o fato de que eu e Tara dormimos praticamente a tarde inteira.

Eu diria que acordei normal, mas não alertei de um detalhe; estávamos completamente despidas.

As mãos de Tara estavam por cima dos meus seios descobertos, a sua cabeça posicionada perto do meu ombro e o seu rosto relaxado, dormindo tranquilamente.

Eu senti uma vontade absurda de dormir novamente, mas acabei despertando quando Carpenter se remexeu na cama.

— Você irá continuar hibernando? — Disse eu.

— Cale a boca, vá dormir. — Tara resmungou, sendo carinhosa comigo assim que acabara de acordar.

Não me contive e soltei uma risada, dando um beijo em sua cabeça, virou um costume que se tornou difícil de não realizá-lo.

Me inclinei, prestes a me levantar e largar a cama, entretanto, senti o forte aperto de Tara em meu braço.

Ela caminhou com a mão para o meu pescoço, colocando um sorriso no rosto. Seus lábios foram de encontro com os meus em um selinho calmo e doce.

— Eu te amo. — Sussurrou, subindo o rosto e fazendo algo que eu realmente não esperava, ela mordeu a ponta do meu nariz.

— Ei! — Franzi a testa. — Você roubou a minha mania? — Comentei, levantando a sobrancelha.

— Sim — Tara me deu um sorriso presunçoso, arrancando o edredom de cima de nós duas. Ela se levantou, me oferecendo uma bela vista do seu corpo nú, aquela garota é definitivamente a definição de deslumbrante.

Continuei a admirar, deixando um sorriso bobo atravessar os meus lábios. Eu observei atentamente a Carpenter procurando por suas roupas ao redor do quarto.

— Você irá ficar aí me olhando? — Ela brincou, pegando o seu short jeans. — Vá se vestir antes que alguém chegue! — Resmungou, jogando o meu sutiã na minha cara.

— Eu vou, relaxa! — Ri fraco, me levantando para pegar minha calça e enfim, o restante das peças de roupas.

Nós ajeitamos a cama e colocamos de volta as roupas. Por fim, abrimos a porta do quarto e descemos os degraus da escada.

Escutei o som de chaves sendo jogadas em algum móvel e, afirmando o que deduzi, notei a minha sogra chegando do trabalho.

Apesar do seu rosto estar simpático e um leve sorriso contemplava os lábios, dava para ver que estava exausta. Christina nos olhou, finalmente notando a nossa presença.

— Ei, oi! — Ela suspirou, se voltando para mim por um momento. — Oi, nora!

— Oi, sogra. — Aquilo saiu da minha boca de forma espontânea, mas realmente não me importei tanto.

— Chegou cedo hoje. — Tara comentou, apoiando a cabeça em meu peito e enrolando os braços em minha cintura.

— Bem, a boa notícia é que eu tenho um dia de folga amanhã. — Christina avisou. — E mesmo que eu precisasse de um pouco mais, estou satisfeita.

question...? (tamber)Onde histórias criam vida. Descubra agora