Na solidão do mundo de Beelzebub, O eco das trevas ressoa no rubro céu. Entre sombras dançantes, um lamento ecoa, Na escuridão, a alma se escoa.
Em meio às chamas do abismo sem fim, Onde o destino é incerto e sombrio assim. Beelzebub reina em seu trono de dor, E a solidão é seu eterno clamor.
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