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Luan🏅

Após as meninas saírem subo em direção ao meu quarto tomou um banho rápido e assim que saiu do banho escuta o meu celular tocar.

Olha na tela e vejo que FP mandou mensagem avisando que já está na barreira e da liberação para poder entrar. Respondo ele falando para ele que a liberação não é necessária pois não vamos nos encontrar dentro do morro, digo que ele pode entrar pela lateral os vapores já sabem que ele vão pra lá.

Mando o endereço de um galpão no final da rua que eles vão entrar e é para ele ficar lá em 10 minutos eu chego. Da o tempo dele ir pra lá e eu terminar de me vestir.

Após eu terminar de responder o FP, meu celular toca e vejo que o CJ esta me ligando, atendo e ele me diz o mesmo que FP. Respondo a mesma coisa mando para o mesmo endereço.

Saio do celular e vou em direção ao meu guarda-roupa, pego uma calça preta camiseta da mesma cor e visto tudo junto com a minha Box que visti apos o banho.

Passo perfume e coloco minha corrente de cruz.

Desço em direção à sala e vou até o compartimento secreto que está escondido ao lado da porta.

Dentro dele tem um fuzil três pistola e dois coletes visto um deles e o meu tênis.

Saio de caso tranco tudo e vou até minha moto com o fuzil atravessado nas costas.

Ligo a moto e saiu em direção à casa do Granada, logo que chego lá e vejo a Alyssa, café e mais algumas pessoas de confiança.

Conprimento pessoal e digo que o pessoal já chegou e está no lugar combinado, o clima fica levemente tenso.

Alyssa vem até mim me tirando dos meus devaneios, ela me beija rapidamente ela me abraça e sussurra um "eu te amo" contra os meus labios, beijo ela novamente e digo o mesmo perto de seu ouvido.

Me separo dela e ela vai em direção ao pai e o abraça em forma de despedida. Mas logo sai e vai até à mãe.

Olha ao redor e vejo o Granada, Café e GV me olhando pensativos.

Tiro todos dos seus devaneios e saímos da casa do Granada, indo em direção ao galpão.

Após chegarmos no galpão começo a revisar o plano pra podermos invadir o nosso próprio Morro:

-Cada um já sabe sua função, então é só fazer o que foi combinado. -digo dando ênfase no que foi dito por ligação.

-A gente vai subir em dois grupos: um pela principal, outro pelo beco dos fundos, que ninguém dá muita atenção. -Granada diz.

-Cada um vai de fuzil na mão, e o radinho na frequência que combinamos. A prioridade é "tomar" os pontos altos do morro, que dá visão de tudo. -Diz GV.

-Agente vai tem que garantir que eles não vão chegar perto da boca e garantir que ainda vamos estar no controle da minha área. -fala Granada rigides.

4 horas depois

A trocação de tiro é frenética o som dos tiros ecoam para todos os lados me escondi em bico bego próximo após levar um tiro de raspão.

Olho para o meu braço e vejo que não foi nada muito sério, tiro de bolso um pedaço de papel que estava a um tempo no mesmo.

Ao olhar para o lado e vejo GV, FP e Granada atirando em todos que estão a sua frente.

Olho com agilidade para onde eles estão atirando e vejo o JJ nunca tinha visto ele de perto só tinha escutado histórias sobre ele.

Tiro os meus olhos dele e volto a minha atenção ao meu fuzil recarrego as balas que já tinham acabado e quando vou me virar para atirar vejo muitos tiros sendo disparados na direção do Granada.

Logo após isso vejo muitos disparos indo em direção de onde veio os tiros que foram dirigidas a Granada.

Após escutar no rádio que todas as regiões foram limpas que todo mundo que invadiu está morto mas que não acharam o corpo de JJ.

Saio de onde estou escondido e vou em direção ao GV, que está próximo ao Granada, logo que chego próximo a ele vejo uma das cenas mais agoniantes da minha vida.

Granada está no chão apos levar um tiro.

Minha mente naquele momento é apenas um borrão branco não se passa nada, tudo que eu imagino a dor que ele pode estar sentindo, atravesso o meu fuzil nas costas e corro até ele.

Ele tinha uma mão instintivamente pressionava o ferimento, enquanto o sangue começava a manchar sua roupa.

Me agacho perto de sua cabeça e ssgurl seu rosto na intenção de deixá-lo acordado.

No mesmo instante que toquei seu rosto e abriu os olhos e me olhou, e com os olhos que antes eram vidrados, agora so se viam dor e calma, o corpo mal conseguia responder aos comandos.

A voz, antes forte, agora era um fio de linha prestes a se romper. "Promete cuidar dela pra mim?", pediu com o que restava de força. "Promete que não vai deixar ela sozinha..." pediu ele no momento em que me reconheceu.

Ele fechou os olhos por alguns segundos antes que eu pudesse responder, "Prometo!"
Eu disse em uma atitude rápida, e logo ela abriu os olhos com dificuldade, o olhar distante, como se estivesse vendo algo que só ele podia ver.

Após sussurrar um "Obrigado" praticamente inaudível, vejo seus olhos se fechando e ele apaga.

Naquele momento o mundo fica no mudo, não escuto nada só sinto uma mão me puxar pra cima, e uma maca e colocada em baixo dele.

E vejo ele ser levado para a ambulância, que logo sai levando ele para o hospital do morro.

Saio do meu breve choque e vou em direção ao caro de FP que está próximo a mim.

Chego no hospital e fico na sala de espera, logo vejo a Alyssa e sua mãe entrarem com o olhar a flito.

E naquela sala de espera ao lado da mulher que amo, eu prometo a mim mesmo que ela não vai passar por isso sozinha, eu estarei com ela em cada momento difícil, como um escudo contra o mundo.

[...]

Adendo da autora: Desse ponto em diante, o capítulo não terá fala dos personagens no modelo de diálogo que eu costumo usar, será usado apenas aspas para indicar qual foi a fala dita. Você entenderão melhor mais afrente.

Após algumas hora na sala de espera o médico aparece, com o olhar cansado e aparência semelhante.

Após chamar por nos familiares o médico nos chama para uma sala reservada, após todos nós encontramos.

Ele começa a nos explicar sobre o caso do Alexandre e cada palavra dita por ele eu fico mais ansioso pra saber como ele está.

Ele finaliza as notícias sobre o caso em si e começa a falar já em tão de que vem mas notícias à seguir.

Mal da tempo de eu pensar direito e eu escuto uma das piores notícias da minha vida.

"O senhor Alexandre... não sobreviveu aos ferimentos sofridos" apartir desse momento  soube que minha vida e à da Rafaela mudaram pra sempre.






Sei que ninguém imaginava esse final para o Granada, mas tenho que admitir que ele foi criado para ter esse final.
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⏰ Última atualização: Oct 31, 2025 ⏰

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