• Capítulo mais longo
POV: Amélia Morales
Estávamos tomando café da manhã no dia seguinte, até que Graça vem falar conosco.
— Bom dia, meus docinhos de umbu com cajá. Minhas coisinhas mais lindas! — exclamou, animada.
— Ai, por que pobre tem mania de gritar tanto? — tinha que ser a Maria Joaquina para ser tão arrogante.
— Não é mania de pobre, Majô, é só que a Graça está feliz em ver a gente. — disse Carmem.
— Mas a Graça pode demonstrar essa felicidade toda... — não sei o que ela ia dizer, mas interrompi.
— Bom, corrigindo: docinhos de umbu com cajá e a Maria Joaquina. Bom dia, Graça! — falei e arranquei algumas risadas.
Depois, descobrimos que os supostos monstros da noite passada, eram o Paulo e o Koki fantasiados.
Desmontamos as barracas, chateados, pois descobrimos que a professora Helena voltou a trabalhar na escola, mas não como nossa professora.
Os pais começaram a chegar para nos buscar e fomos para casa.
POV: Mário Ayala
Alguns dias depois do acampadentro, eu e todos os meninos estávamos na casa do Jaime. Nos encontramos para tomar um lanche, bater um papo. Cirilo chegou por último.
— Não vão acreditar no que aconteceu. — ele disse, parecia bravo.
Para o Cirilo ficar bravo, deve ter sido sério.
— Fala logo, Chocolate. — disse Paulo.
— Fui na casa da Maria Joaquina entregar um presenta para ela, mas o Jorge estava lá. — se sentou no sofá — Pensei que ele tinha mudado e que gostasse da gente, mas nos chamou de maloqueiros, inferiores e ainda fez eu derrubar o besouro na Maria Joaquina.
— Ah, mas esse traidor! — Jaime estralou os dedos — Ele vai ver quem é maloqueiro.
— Temos que dar uma lição de uma vez nesse metido, mas dessa vez, vamos resolver no braço! — falei.
— Calma, galera! Vamos decidir tudo com calma. — Daniel tentou apaziguar.
— Quem acha que um de nós deve bater no Jorge? — Koki perguntou.
Todos, menos Daniel e Cirilo, levantaram a mão.
— Bom, a maioria vence. — disse Daniel.
— Para ser justo, vou pegar uns palitinhos e vocês pegam apenas um. — disse Jaime, indo até os armários da cozinha — Quem tirar o maior palito, irá dar a lição no Jorge.
Jaime passou distribuindo os palitinhos e cada um foi colocando no chão para medir.
— Este é o palitinho do Cirilo, certo? — perguntou Jaime, pegando o maior palito.
Cirilo confirmou e ficou decidido que ele irá bater no Jorge como vingança. No dia seguinte, fomos na casa abandonada e o almofadinha estava lá.
— Medroso! — fomos dizendo, um após o outro.
— Calma, Rabito. — ele estava rosnando — Não vale a pena.
Jorge ia sair da casa, mas o impedimos.
— Aonde você pensa que vai? — Jaime agarrou o colarinho do garoto — Primeiro, teremos uma conversa muito séria.
— O que você está fazendo aqui? — perguntou Paulo.
VOCÊ ESTÁ LENDO
𝐘𝗈𝗎 𝐡𝖾𝖺𝗅𝖾𝖽 𝐦𝖾 . . . | 𝓜𝓪𝓻𝓲𝓸 𝓐𝔂𝓪𝓵𝓪
Любовные романы𝐇𝗂𝗌𝗍𝗈́𝗋𝗂𝖺 𝖽𝖾 𝖺𝗆𝗈𝗋 entre 𝖽𝗎𝖺𝗌 𝖼𝗋𝗂𝖺𝗇𝖼̧𝖺𝗌 𝗊𝗎𝖾 𝗉𝗈𝗌𝗌𝗎𝖾𝗆 𝖺 𝗆𝖾𝗌𝗆𝖺 𝖽𝗈𝗋, 𝗆𝖺𝗌 𝗅𝗂𝖽𝖺𝗆 𝖼𝗈𝗆 𝖾𝗅𝖺 𝖽𝖾 𝗆𝖺𝗇𝖾𝗂𝗋𝖺𝗌 𝖽𝗂𝖿𝖾𝗋𝖾𝗇𝗍𝖾𝗌. 𝐀𝗆𝖾́𝗅𝗂𝖺, 𝗌𝖾𝗆 𝗉𝖾𝗋𝖼𝖾𝖻𝖾𝗋, 𝗋𝖾𝖺𝖼𝖾𝗇𝖽𝖾 𝗈 𝖺𝗆...
