• Este capítulo está mais curto!
POV: Amélia Morales
Eu e as meninas nos divertimos muito na festa do pijama! Alícia trouxe vários jogos de tabuleiro. Pena que no dia seguinte, chegamos atrasadas na escola. Jaime deu as seguintes notícias sobre o pai dele: ele terá que parar de trabalhar até a perna se recuperar, pois ele é mecânico e não tem a mesma flexibilidade de antes para entrar debaixo dos carros, por exemplo. Jaime também pediu para reunir a Patrulha Salvadora depois da escola.
POV: Mário Ayala
- Pessoal, pedi para reunir a Patrulha porque queria saber se vocês podem me ajudar a conseguir um emprego para sustentar minha família - explicou Jaime.
- Eu tive uma ideia desde quando você disse isso para a professora Helena - disse Amélia.
- Qual? - todos nós perguntamos.
- Vou pedir para o meu pai um emprego na empresa principal dele.
Amélia é incrível, sempre se preocupa com todos, essa é uma das coisas que mais admiro nela.
- É sério? Obrigado, Amélia, sempre impliquei com você e com as meninas por causa do clubinho. Muito obrigado - agradeceu Jaime, a abraçando.
- Desse jeito vocês vai esmagá-la, Jaime - falei, separando os dois.
POV: Paulo Guerra
- Até o Jaime passou para o time das meninas. Não podemos deixar isso ficar assim - sussurrei pra Koki.
- Verdade, mas antes, vamos esperar o pai do Jaime melhorar um pouco - respondeu.
Concordei e após algumas conversas entre todos nós, Amélia e Jaime foram a empresa do Sr. Morales.
POV: Amélia Morales
Jaime e eu chegamos na empresa de meu pai e chamamos o elevador.
Ele estava muito empolgado, e eu tinha certeza que meu pai iria ajudá-lo. Chegamos ao andar certo e falei com a secretária.
- Com licença, moça. Precisamos falar com o Sr. Morales - falei.
- Ah, por favor, ele não está disponível para duas crianças insolentes. Aliás, quem deixou vocês entrarem? - perguntou a moça, após ser tão rude.
- Escuta, mulherzinha, por acaso você sabe que essa é Amélia Morales? A filha do seu chefe? - disse Jaime.
- Jaime, não precisava ter falado - murmurei.
- Senhorita Amélia? Isso é verdade? Ah, perdão, irei chamá-lo. Um instante.
- Nossa, que mulher estranha - comentei.
Jaime concordou e esperamos alguns minutos.
- Olá, filha! Como vai? Do que vocês precisam? Está tudo certo? - perguntou meu pai, sorridente.
- Oi, pai, tudo certo. Esse é o Jaime Palilo, meu amigo e colega de classe - apresentei.
- E aí, Jaime? - cumprimentou.
- E aí? - respondeu, apertando a mão dele.
Meu pai disse para conversarmos em sua sala. Explicamos toda a situação, que Jaime queria um emprego para ajudar a família.
- Você é um menino muito bom, Jaime. Mas, se eu o permitir que trabalhe aqui, estarei infringindo leis - explicou meu pai.
- Amélia, o que ele disse? - Jaime perguntou sussurrando.
- Ele disse que não pode deixar você trabalhar aqui pois é contra as leis.
- Você tem algum irmão mais velho?
- Sim, o Jonas. Ele tem dezesseis anos - respondeu.
- Ótimo! Ele pode trabalhar organizando relatórios, papelada, coisas do tipo, como aprendiz. Você também pode ajudá-lo de vez em quando e por um curto período do dia - sugeriu.
Jaime concordou e um sorriso enorme abriu em seu rosto. Enviei uma mensagem de texto ao Mário explicando que deu tudo certo, para ele avisar a Patrulha.
- Sinto que estou devendo minha vida toda a você, Amélia, valeu - agradeceu Jaime novamente.
- Não precisa agradecer - falei.
- Desculpe por todas as vezes que impliquei com você - disse.
- Está tudo bem, o que importa é que você será meu amigo a partir de agora - respondi, estávamos voltando para a casa abandonada.
Jaime contou a notícia para todos super empolgado.
- Ainda acho que eu devia ter ido com vocês - disse Mário, para mim, desviando o olhar.
- Mário, ao invés de você ficar com ciúmes, devia se orgulhar da amiga que você tem - brinquei, sorrindo.
- Não, não é ciúmes, imagina, é só uma precaução - explicou-se - mas você tem razão, tenho muito orgulho de você.
Sorri e baguncei seu cabelo e voltamos a falar com o pessoal.
"Será que o ciúmes do Mário é só ciúmes de amigo?" Pensei.
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𝐘𝗈𝗎 𝐡𝖾𝖺𝗅𝖾𝖽 𝐦𝖾 . . . | 𝓜𝓪𝓻𝓲𝓸 𝓐𝔂𝓪𝓵𝓪
Любовные романы𝐇𝗂𝗌𝗍𝗈́𝗋𝗂𝖺 𝖽𝖾 𝖺𝗆𝗈𝗋 entre 𝖽𝗎𝖺𝗌 𝖼𝗋𝗂𝖺𝗇𝖼̧𝖺𝗌 𝗊𝗎𝖾 𝗉𝗈𝗌𝗌𝗎𝖾𝗆 𝖺 𝗆𝖾𝗌𝗆𝖺 𝖽𝗈𝗋, 𝗆𝖺𝗌 𝗅𝗂𝖽𝖺𝗆 𝖼𝗈𝗆 𝖾𝗅𝖺 𝖽𝖾 𝗆𝖺𝗇𝖾𝗂𝗋𝖺𝗌 𝖽𝗂𝖿𝖾𝗋𝖾𝗇𝗍𝖾𝗌. 𝐀𝗆𝖾́𝗅𝗂𝖺, 𝗌𝖾𝗆 𝗉𝖾𝗋𝖼𝖾𝖻𝖾𝗋, 𝗋𝖾𝖺𝖼𝖾𝗇𝖽𝖾 𝗈 𝖺𝗆...
