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São Paulo, 18hrs
Estávamos organizando a mesa com as besteiras que Gustavo comprou, nossas fantasias estavam no meu quarto, minha mãe ainda não havia chegado, Bruno no décimo sono e Gustavo fumando seu Ice.
—— quero ver minha mãe chegar e você com esse prensado aí — eu disse enquanto sentia ele vir por trás, segurando na minha cintura, me prensando contra a mesa, fazendo eu me impinar.
—— prensado, maldita? Se liga ou — ele disse, empurrando contra mim, eu sorri olhando para ele por cima do ombro e quando penso que não ele deu um tapa extremamente forte e estralado na minha bunda, eu xinguei ele de todos os nomes possíveis, segurando no braço dele e dando vários tapas nele, que começou a resmungar.
—— seu puto, nojento, cu sujo ! — eu xingava enquanto dava tapas nele, ele segurou minha mão, enquanto assoprava a fumaça do Ice dele no meu rosto, eu me afastei dando umas tossidas, revirando os olhos, eu fui até a sala, vendo Bruno com o celular na mão, eu chamei ele pra comer e avisei que a mamãe iria voltar tarde, porque esse tonto iria esperar ela pra comer. Pedimos hambúrguer e comemos juntos com as besteiras que Gustavo trouxe, assistimos vários filmes e eu mandei Bruno pra cama antes das duas da manhã, tomei meu último banho do dia enquanto Gustavo estava deitado na minha cama, mexendo no celular, eu com minha nova lingerie da Victoria Secrets ele rapidamente jogou o celular na cama, se levantando como um maluco.
———— vida, deixa eu acabar contigo, aproveita que agora não dá bolete' — ele pediu, mansinho, enquanto fazia carinha de coitado, eu ri enquanto passava meus cremes, empinando minha bunda na direção dele de propósito.
——— Minha mãe chega jajá, tá tonto — eu disse enquanto me encostava na minha penteadeira, sorrindo para ele, enquanto espalhava o creme pelos meus braços.
——— Eu meto rapidinho, vamo' maldita — ele disse enquanto ainda me olhava com cara de pidão, pegando na minha mão e me puxando pra cama, ele me colocou por cima, me beijando com força, enquanto apertava minha bunda, sua língua dava voltas na minha boca, parecia que ele precisava daquele contato, parecia estar com sede, sede de me ter, me possui, não consigo explicar o quanto eu também precisava dele, precisava estar daquele jeito com ele, aparentemente para nós dois, aquilo ainda era pouco, precisávamos de mais, sua mão firme na minha cintura enquanto a outra apertava com tanta força que provavelmente ficará a marca em minha bunda, em um susto ele deu um tapa forte em minha bunda, me fazendo gemer entre seus lábios, o beijo se estendeu, até ele descer os beijos até meu pescoço.