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São Paulo
˖ ⋆ ࣪ ALGUNS DIAS 𝐃𝐄𝐏𝐎𝐈𝐒
Eu tinha combinado com a mãe da maldita de fazer uma surpresa pra ela, comprei alguns presentes incluindo uma bolsa lá da Prada que ela tava doidinha querendo e mais berloques pra pulseira dela, passei na Nike e comprei um kit simples, combinando com o meu que eu também havia comprado e com tudo isso, aquele batom, gloss sei lá dá Hello kitty. Quando acordei eram sete e meia, tomei uma ducha rápida, colocando um short preto da Nike e uma camiseta da Diesel, pegando meu chinelo slide e dando uma checada no meu celular, depois disso, tomei um café preto e já fui direto pra goma dela, dessa vez eu fui de carro, com cuidado por ter muitas coisas que poderiam quebrar. Como eu já era de casa, dei um salve no porteiro e já dirigi rumo a casa dela, parei o carro na garagem que eu já tinha a chave e ajeitei os presentes no banco, seguindo até a porta.
——— Bom dia sogrinha, tá boa ? —— eu disse enquanto ela me abraçava, me puxando para dentro, eu abracei de volta, seguindo ela até a cozinha, me encostando na porta.
——— bom dia meu filho, tô sim graças a Deus, só tô meio veia né, minha bebê já tá com dezessete aninhos —— ela disse rindo, enquanto ia de um lado pro outro arrumando as coisas, ela fez uma mesa repleta de coisas, eu já estava morto de fome, quando vi aquelas tantas opções de comida meu estômago já logo fez mó barulhao.
——— tá nada, sogra, vou arrumar um tio meu pra senhora aí 'ce vai vê, inclusive, a doidinha é novinha e já é tão trabalhadora, Deus abençoou ein sogra —— eu disse fazendo ela concordar, quando iria dizer alguma coisa, Bruno desceu as escadas, enquanto sorria, com o celular da maldita na mão e a chave do quarto dela.
——— Tranquei ela lá, mãe, a bicha tá monstrona' se louco — ele disse rindo, eu dei risada do jeito que ele falou e a mãe dele revirou os olhos, enquanto cruzava os braços, era igualzinha à filha mesmo.
———— Bruno não era pra trancar sua irmã, seu peste ! Era só pra segurar ela lá em cima. —— ela disse enquanto olhava para o menino, que riu pegando um pedaço de bolo e indo até a bancada, sentando e pegando o celular dela.
——— BRUNO SEU CÃO, ME SOLTA ! —— a maldita gritou lá do quarto, puta merda, que voz era aquela, parecia até um mostro, no mesmo estante rimos todos juntos, mas logo se preocupamos quando ela começou a dar chutes na porta, começando a gritar igual maluca, a mãe dela estava esperando Lívia chegar para destrancar ela e finalmente deixa ela ver o café da manhã e os presentes, quando a mãe dela estava quase desistindo de deixar ela lá presa, batidas na porta foram ouvidas, eu fui abrir pra ajudar e era Lívia, que bateu na minha mão sem muito papo, entrando e abraçando minha sogra, depois batendo na cabeça de Bruno, que chutou a perna dela, fazendo ela quase cair, eu ri enquanto olhava para ele, que revirou os olhos mostrando o dedo pra Lívia que fez cara de nojo, enquanto isso, minha sogra subiu e destrancou Cristina, eu pude ouvir passos rápidos e pesados até a cozinha.
———— BRUNO SEU CARALHO, VOCÊ TA MORTO! MAE ELE ME PRENDEU NO MEU GUARDA ROUPA— ela gritou enquanto iria pular no Bruninho, mas antes eu segurei os braços dela, ela estava com os cabelos pro ar, mesmo assim tava tão linda, eu puxei ela, enquanto dava um beijo bem forte naquela boquinha dela, a mesma retribuiu, deixando de ficar estressada aos poucos, me abraçando logo em seguida.
——— feliz vida bebê, que Deus te abençoe muito minha princesa. —— eu sussurrei no ouvido dela, enquanto ela enfiava o rosto na dobra do meu pescoço, eu olhei para baixo, vendo ela nas pontas dos pés, eu sorri, enquanto puxei ela, pegando ela no colo.
———— obrigada amor ! —— ela disse enquanto me dava um selinho, sorrindo logo em seguida, eu coloquei ela no chão e Lívia pulou nela, abraçando ela.
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Assim que eu saí daquele quarto, eu estava planejando a morte do Bruno, que ódio mano, eu fui até a cozinha batendo os pés, quando cheguei lá vi ele com MEU celular, rindo e sentado no balcão, nem olhei ao redor fui diretamente na direção desse peste, até sentir alguém me puxar, era aquele perfume que me deixa maluca, eu sorri enquanto sentia os lábios dele pressionados contra os meus, eu retribui com muita vontade o beijo, depois ouvi as palavras verdadeiras dele, deixando meu coração quentinho, eu sorria cada vez mais.
——— feliz vida irmã, te amo muito bebezinha', tá ligada' que cê' é minha 01 né ? Independente do que aconteça é nois' duas pra sempre ! —— Lívia disse enquanto me abraçava, ela pulou em mim, quase me tirando do chão, eu sorri mais ainda, agarrando ela, enquanto repetia mil vezes "te amo, Lili", assim que nos separamos do abraço, minha mãe me puxou, me abraçando fortemente, quase quebrando minhas costelas, ela beijou minha bochecha e me encarou.
——— feliz aniversário tina, mamãe te ama muito minha bebê, meu orgulho ! —— ela disse quase em lágrimas, enquanto me puxava novamente e me abraçava com força, eu abracei ela de volta, quase chorando também, eu murmurei um "eu te amo mamãe" e senti ela me apertar um pouco mais, eu então senti um puxão no meu cabelo assim que eu me afastei da minha mãe, quando olhei Bruno só me puxou para um abraço, o que não era nada comum, e disse de um jeito bem desanimado "feliz aniversário lixosa" e isso significa que ele me ama, só demonstra do jeitinho dele. Depois do belo café da manhã, ajudei minha mãe com as bagunças e eles decidiram me dar os presentes, assim que terminamos fomos para sala, Gustavo foi até o carro, buscar os presentes, Lívia também.
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Oiii bbs ! Próximos episódios tbm vão demorar, tô pelos lados de Guarujá sem tempo irmãs 😔🥲