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São Paulo




Assim que chegamos na garagem, eu abri a porta do passageiro pra ela, que sorriu entrando, eu entrei e dei partida, saindo com o carro. Eu estava meio pá, e se a mãe da maldita não deixasse ela ir comigo? Se louco não gosto nem de pensar numa coisa dessas, eu estava dirigindo com cuidado, sempre respeitando o limite de velocidade, nem parecia eu dirigindo, o que eu não faço por essa menina, puta merda.




——— Amor — eu chamei ela, enquanto a mesma mexia no celular, ela não me olhou, continuou mexendo no celular —— maldita ?


——— que caralho ? —— ela disse enquanto me olhava com uma cara de cu, eu puxei o celular da mão dela, colocando no meu bolso, vendo ela vir pra cima. —— me dá esse caralho.



——— cê quer bb? — eu disse sorrindo, levantando meu quadril, vendo ela fazer uma careta e sair de perto cruzando os braços, com um bicão —— me dá atenção, ae' fiota



——— já tô te dando, insuportável —— ela disse enquanto se aproximava dando um beijo na minha bochecha, eu olhei para ela sorrindo, enquanto sentia ela pegar o celular.



——— me dá a xereca hoje vida ? —— eu disse fazendo ela dar um tapa no meu braço, bem forte mesmo, eu ri enquanto afastava meu braço dela. O restante da viagem foi tranquilo, ela marcou com as meninas de ir no vitrini mais tarde, eu já me inclui, nunca que eu deixo minha mulher ir sozinha pra esses lados, não demorou muito pra chegarmos no restaurante, pedimos a mesa e já fomos nos sentar, fomos os primeiros a chegar.



——— Depois do vitrini nois' vai pra onde ? — eu perguntei enquanto tomava o Ciroc que eu pedi, ela deu uma risada enquanto soltava a coca dela, tirando os olhos do celular.




——— quem disse que você vai? —— ela disse cruzando os braços e arqueando uma sobrancelha.




——— se liga ô maldita —— eu disse empurrando ela de vagar no banco, ela riu enquanto colocava suas pernas por cima das minhas, eu coloquei minha mão no interior da coxa dela, fazendo ela me repreender só com o olhar, eu sorri enquanto falava um "não tô fazendo nada", eu me aproximei da boca dela, começando um beijo lento, sentindo as pernas dela se abrirem por baixo da mesa, o restaurante estava meio vazio, a música estava alta, eu afastei ela com um sorriso. —— deixa eu meter os dedo' em você maldita



—— se tá louco Gustavo? Nem inventa — ela disse tirando as pernas de cima das minhas, eu parei de sorri, começando a fazer drama, cruzando os braços e fechando a cara, ela sorriu me dando um beijinho na bochecha, eu ignorei, vendo ela pegar o celular e começar a gravar —— gente o que cês' faz quando o namorado de vocês começam com drama ?


𝓜𝓮𝓷𝓲𝓷𝓪 𝓜𝓲𝓼𝓽𝓮𝓻𝓲𝓸  ☘️ -  𝑚𝑒𝑛𝑜𝑟 𝐾𝑎𝑏𝑟𝑖𝑛ℎ𝑎 Onde histórias criam vida. Descubra agora