Capítulos de diferentes temas com celebridades masculinas.
Obs: Espero que entendam e compreendam que todos os capítulos postados, são todos fictícios, e nada que tenham haver com a vida dos artistas na vida real.
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🗓️ 26 junho, 2025
O céu da cidade estava riscado por luzes e buzinas, como se até o Rio soubesse que aquela noite não seria comum. Maria Clara Collin, 28 anos, não era apenas uma empresária milionária e modelo internacional — ela era um símbolo. Sempre comentada, fotografada, admirada e invejada. Ainda assim, raramente alguém sabia quem ela realmente era por trás das capas de revista.
Naquela noite, ela escolheu estar em um evento que não fazia parte do seu círculo habitual da alta moda ou de marcas de luxo: o lançamento do álbum "EVOM", de Veigh.
Seu motorista estacionou em frente ao clube reservado, cujas paredes grafitadas e letreiros em neon chamavam atenção de longe. A imprensa já aguardava, microfones e câmeras prontos. Quando a porta do Maybach preto se abriu, Maria Clara desceu com calma, como quem sabe que todos os olhares pertencem a ela.
Vestia um conjunto branco de alfaiataria em seda, decote profundo adornado com cristais Swarovski, brincos discretos mas reluzentes, e saltos finos de Christian Louboutin que ecoavam a cada passo. Nas mãos, uma bolsa exclusiva Louis Vuitton da coleção privada de sua mãe.
🗞️ O burburinho foi imediato:
— "É a Maria Clara Collin, a herdeira da LV!" — "Ela veio prestigiar o Veigh?" — "Será que tem algo entre eles?"
Ela apenas sorriu, segura de que cada detalhe seria comentado, analisado e publicado. Fazia parte do jogo, e ela sempre soube jogar.
O ambiente interno era totalmente diferente: luxo urbano. Drinks com nomes das faixas do álbum, fumaça de gelo seco no ar, DJs aquecendo o público com trap pesado. Maria Clara entrou em meio aos flashes, cumprimentou discretamente alguns rostos conhecidos da cena artística e seguiu até uma área reservada.
Mas, mesmo com centenas de pessoas, foi impossível não sentir o olhar que a buscava. No palco, Veigh estava em preparativos finais. A luz azul destacava a silhueta dele, e quando os olhos se encontraram com os dela, houve um instante em que o mundo pareceu parar.
Ele perdeu o compasso por um segundo, ajeitou o microfone e disfarçou com um sorriso de canto. Maria Clara ergueu a taça de champanhe, brindando silenciosamente. Ele entendeu.
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O Show
Quando as luzes baixaram e a primeira faixa de EVOM começou, a energia foi elétrica. O público gritava, pulava, sentia a batida no peito. Veigh dominava o palco, entregando versos sobre conquistas, lealdade, dores e vitórias.
Maria Clara, acostumada a desfiles de alta costura e festas de gala, se surpreendeu com a intensidade. Cada letra parecia atravessar a multidão e atingi-la diretamente. Era cru, era real. E era dele.
Ela percebeu que não estava apenas assistindo um show — estava testemunhando o auge de alguém que transformava cicatrizes em arte. Isso mexia com ela de um jeito diferente.
Ao fim, a plateia vibrou, celulares erguidos, gritos de "Veigh! Veigh!". Ele agradeceu, sorriu e, antes de sair, olhou de novo para onde Maria Clara estava. Pequeno gesto. Mas só para ela.
O Encontro nos Bastidores
Mais tarde, quando o público se dispersava e os jornalistas ainda cercavam convidados, Maria Clara foi conduzida discretamente para os bastidores.
Ele estava ali, ainda suado do show, camisa preta colada ao corpo, corrente de ouro balançando no pescoço. Quando a viu entrar, sua expressão mudou — de orgulho para algo mais íntimo, quase vulnerável.
— "Você veio..." — disse, num tom que misturava surpresa e alívio. — "Claro que vim. Não perderia seu melhor momento." — ela respondeu, com a naturalidade de quem sempre diz o que quer.
Por um instante, o silêncio foi preenchido apenas pela respiração acelerada dele. Maria Clara se aproximou, analisando detalhes — a tatuagem no braço, o olhar firme, mas nervoso.
— "Você sabe que só a sua presença já vira notícia, né?" — ele disse, tentando esconder o nervosismo. Ela arqueou a sobrancelha. — "Deixa eles falarem. Estou aqui por você, não por eles."
Ele sorriu, e algo brilhou em seus olhos. Não era vaidade. Era gratidão misturada com desejo.
Ela então apontou para o pôster enorme de EVOM na parede. — "Esse álbum é só o começo. Você sabe disso, né?" Veigh a encarou, firme. — "Sei. E quero que você esteja por perto quando eu chegar ainda mais longe."
Maria Clara sentiu um arrepio percorrer sua pele. Havia sinceridade ali, algo raro no meio em que ela vivia. Dois mundos tão diferentes, mas naquele momento conectados.
Ela se aproximou ainda mais, até sentir o perfume dele misturado com suor e fumaça. — "Cuidado, Veigh..." — murmurou. — "Se falar assim, pode me fazer acreditar."
Ele não desviou. — "E se for pra acreditar... que seja em nós dois."
O coração dela disparou. Pela primeira vez em muito tempo, Maria Clara não estava no controle. Não era a empresária milionária, nem a modelo poderosa. Era apenas uma mulher diante de um homem que a enxergava além das capas de revista.
Os segundos seguintes foram inevitáveis. Ele segurou suavemente sua cintura, e ela não recuou. O beijo aconteceu ali, entre bastidores apertados, pôsteres colados e o eco distante da multidão. Um beijo intenso, carregado de promessa e risco.
Quando se afastaram, ela sorriu de leve, mordendo o lábio. — "Parece que o EVOM não foi o único lançamento da noite."
Ele riu, encostando a testa na dela. — "É só o primeiro capítulo."
E naquela noite, entre flashes e batidas, algo muito maior que um álbum começava a nascer.