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Olá, humaninhos! Vocês não vão acreditar, mas sim! Eu estou viva!!! Eu não sei como, mas estou vivíssima! Pessoal, eu peço perdão (como sempre), mas imagina alguém que estava dormindo 4 horas por dia por causa da faculdade e não tinha tempo nem pra tomar banho ou comer. Pois é, essa sou eu! O período de provas deu uma tranquilizada agora então finalmente eu consegui corrigir um capítulo e trazer aqui para vocês! (Eu ouvi um amém?). Como eu já disse, e repito, eu nunca vou desistir da fic. EU demoro? Sim, muito. Mas sempre estarei de volta para vocês! Ainda mais agora que estamos começando a entrar na reta final...

Sem muito o que dizer, apenas que agradeço a todos por estarem aqui compartilhando essa loucura de fic comigo!

Vamos para o capítulo e espero que gostem!
























YE: Espera.

Congelando no corredor, Yelena observa um quarto diferente dos que elas haviam passado anteriormente. Ao contrário dos outros, que compartilhavam vários beliches para acomodar as meninas que agora correm livres em direção à saída, esse possui apenas uma cama. A porta parece mais segura e não há nenhum tipo de janela. A cama está com os lençóis e a coberta desarrumados, um fato estranho vindo de uma Viúva, já que desde cedo elas são treinadas para manter a organização. Há armários abertos e algumas gavetas também. É como se a pessoa que um dia esteve ali tivesse precisado sair às pressas.

M: O que foi, Yelena?

Deixando de correr, Melina olha para trás e vê Yelena parada, observando o quarto com curiosidade. Para por alguns segundos e então decide ir até a loira.

YE: Esse quarto é diferente.

Yelena entra no cômodo. Além da bagunça incomum para os padrões do Red Room, no canto perto da cama há um copo de água pela metade. De novo, algo estranho. Viúvas não podem ter qualquer tipo de alimento ou bebida dentro dos quartos, uma regra rígida que foi quebrada apenas para a dona desse espaço fora dos padrões.

YE: Você sabe quem estava aqui?

M: Eu não sabia da existência desse quarto.

Melina olha com cuidado os detalhes que também a intrigam, mas responde sem dar muita atenção a Yelena.

Abrindo uma das portas do armário, Yelena logo repara nos riscos no metal. Alguns traços contam dias, enquanto palavras aleatórias rabiscam toda a extensão da parte interna. Claramente, alguém não queria estar ali, mas, diferente das outras, essa pessoa parecia ter mais consciência disso.

YE: Olha.

Ela passa a ponta dos dedos pelas marcas, chamando Melina para ver.

M: Não é uma Viúva velha. Pelas marcas, ela deve estar aqui há mais ou menos três anos.

Isso é estranho. O Red Room não recruta mulheres mais velhas para serem Viúvas, apenas crianças, para que possam ser criadas e treinadas desde cedo. Esse quarto, porém, pertence a alguém importante, pelo menos para Madame ou para Dreykov. Nenhuma Viúva sem treinamento teria esse privilégio.

Tudo ali indica que a pessoa fugiu há poucas horas. É alguém que conhece o lugar, alguém desesperado para escapar, esperta o suficiente para saber o que está fazendo.

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