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* Oi gente!!! Esse capítulo é o último antes do capítulo de Natal, e eu já aviso que o capítulo de Natal vai ter coisas interessantes, então se preparem para muitas emoções!!!

Espero que gostem do capítulo :)









-Você já pode entrar.

Natasha assentiu como forma de agradecimento e avançou lentamente para o quarto do pai.

Natasha decidiu pagar pelos serviços médicos do pai, então agora ele não está mais dividindo quarto com ninguém.

O quadro médico de Ivan piorou bastante, ele tem mais alguns dias de vida, mas mesmo assim, se esforça ao máximo para ficar acordado e interagir com Natasha quando ela vai visita-lo.

IV: Natalia...

Natasha sentou na cadeira ao lado da cama.

IV: Minha menina...

Não está sendo fácil ver o pai morrer aos poucos, Natasha tem sofrido com isso depois que aceitou a ideia de que não foi culpa de Ivan ela ter sido criada no Red Room.

N: Como você está?

IV: Ah... Você sabe...

N: As enfermeiras te tratam bem?

IV: Não se preocupe, Natalia, elas são ótimas.

Ivan respirou fundo, tentando colocar mais ar em seus pulmões fracos.

IV: Eu quero ouvir sobre minha neta, você pode me contar sobre ela?

Se tem uma coisa que Natasha tem orgulho de falar a respeito é Svetlana, ela consegue passar horas só falando da filha.

IV: Quem escolheu o nome dela?

N: Eu escolhi, até hoje não sei porque me deixaram escolher o nome dela, mas fui eu quem escolhi. E... E eu escolhi Svetlana porque significa luz, e ela era minha luz, era ela quem iluminava toda aquela escuridão diária do Red Room.

IV: É um lindo nome. Me conte mais.

Natasha suspirou pensando em como começar.

N: Ham... Ela nasceu em maio, era primavera então as árvores estavam floridas. Ela chorou bastante quando nasceu, mas ficou mais calma quando foi colocada no meu colo...

Ivan sorriu.

IV: Foi assim com você também... Parou de chorar assim que te colocaram no colo da sua mãe. Os bebês sabem, Natalia, sabem quando estão com a mãe.

N: Sim, eles sabem...

Natasha se ajeitou na cadeira.

N: Ela era grande, forte, com os cabelos ruivos e aqueles olhos azuis encantadores, ela era linda. Eu não sabia cuidar de um bebê, só tinha 15 anos, então tive que me virar e dar um jeito, mas ela era boazinha, me ajudava bastante. Ela foi um bebê feliz, gargalhava bastante, estava sempre sorrindo, exceto quando levavam ela para os testes...

ExperimentoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora