Capítulo 114

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Any (sussurra): Acho que assim eu não consigo ver – desliza as mãos pelas costas dele até o cós da tolha puxando-a para baixo

Poncho (exaspera): você quer aqui?

Any (sussurra na orelha dele): é que não vou conseguir esperar mais.

Alfonso geme ao senti-la morder o lóbulo da sua orelha.

Sem dizer mais nada ele a beija com força e intensidade. Suas línguas se colidiam freneticamente.

Durante o beijo, Any termina de puxar a tolha para trás e volta com as mãos para frente, encontrando o membro dele rígido e grosso, completamente erguido. Quando seus dedos apertam ao redor, ele geme em sua boca e aprofunda o beijo.

Poncho aperta sua bunda mais uma vez e com a mão direita desliza pela sua coxa até encontrar sua calcinha, passando os dedos por cima do tecido, sentindo a umidade no local.

Poncho (corta o beijo e sussurra): porra, você já tá molhada? – afasta a calcinha para o lado e desliza dois dedos para dentro da intimidade de Any que geme alto e por reflexo aperta seu membro com força lhe fazendo gemer.

Eles continuam estimulando o outro até que Poncho desce os lábios para o pescoço de Any, e desliza as alças do vestido dela pelos ombros.

Anahi que já gemia e rebolava contra a mão de Poncho, prende a respiração e solta o membro dele, quando sente seus seios expostos. Ela já sabia o que iria acontecer. Ela já sabia que logo o namorado iria abocanhar seus seios com aqueles lábios quentes e macios.

Ela mal podia esperar.

Adorava quando ele a beijava ali.

Ele afasta a cabeça para admirar seu corpo antes de se inclinar e abocanhar um de seus seios enquanto acariciava o outro com a mão.

Ela murmura seu nome baixinho, fechando os olhos.

Poncho suga seu mamilo com força. Os olhos dele observavam constantemente as reações que a namorada tinha aos seus toques. Ele repete a ação algumas vezes antes de voltar a atenção para o outro seio enquanto a outra mão estimulava seu clitóris.

Any gemia e puxava os cabelos de sua nuca cada vez que ele sugava seu seio, estava a ponto de gozar, mas precisava senti-lo dentro de si.

Any (o chama ainda gemendo): Poncho... Eu quero você – ele afasta a boca do seu seio e tira mão de sua intimidade.

Poncho (chupa os próprios dedos sentindo o gosto de Any e sussurra olhando para ela, faminto): que delícia – Any arfa, excitada.

Por fim, Poncho a deita suavemente sobre a ilha.

Anahi morde o lábio inferior, ansiosa, e o vê sorrir antes de enganchar os dedos nas laterais de sua calcinha e deslizá-la por suas pernas.

Ele a puxa pela cintura mais para a beirada da ilha e então começa lentamente a se empurrar para dentro dela. Seus olhares ficaram o tempo todo presos um no outro.

Alfonso tinha um olhar triunfante. Havia determinação naquele rosto lindo, havia algo ali que fez com que Anahi sentisse como se aquela fosse sua primeira vez de novo.

Poncho (murmura): porra – fecha os olhos por um momento – como pode ser tão apertada?

Ele começa a se movimentar para dentro e para fora enquanto a segurava pela cintura. Any fecha os olhos e geme ao senti-lo aumentar o ritmo aos poucos e segura em seus braços. Os movimentos se tornam fortes. O ritmo lento se transforma em profundo.

O som de seus gemidos era a única coisa que se ouvia.

Ela não queria que ele parasse nunca.

Ele não queria parar nunca.

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