capítulo 54

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Ouçam á música.....

Já se passaram 2 dias horríveis, estou magra por não ter comido nada o João ou Miguel tanto faz , traz um sanduíche mas logo e descoberto por o mostro do Carlos que proibiu me dar qualquer tipo de alimento diz ele que quer me mata sem experimenta o ótimo sabor da comida. Mas para ser sincera com vocês o que mas me preocupa e minha filha como ela está será que está sendo cuidada direito?! Aí minha pequena minha única vontade e de dar um abraço um beijo e dizer que a amo muito pois amanhã será meu último dia de vida.... Mas não sei o que eu vou fazer será que estão me procurando será que sente minha falta? Será que o Filipi sabe o que o pai está fazendo? aí tantas perguntas em minha cabeça mas nenhuma respondida! Aí estou com ódio mortal meu coração sente ira por esse velho nojento escroto imbecil aí que vontade de o deixa estéril -risos- , nossa meus pensamentos está bem mal.

Estou deitando na pequena cama de solteiro olhando para o teto pensando como vou me livra dessa e como vou sair daqui para volta pra casa, tenho planos em minha cabeça mas não consigo soluciona -las mas resultado e Sempre zero, estou vagando pelos meu pensamentos "geniais " quando ouço passos vindo até a mim levanto rapidamente me sentando na cama olhando para o ser desprezante do Carlos seu olha era frio seus olhos estavam vermelhos ele estava drogado?!.

-- O que você quer?! -- Me levanto ficando de pé com certa distância dele.

-- Está com medo Júlia? -- diz se aproximando mas dou uns passos para trás.

-- Não tenho medo de você -- minto -- P que você quer me responda?!.

-- Você eu quero você -- diz vindo até a mim pegando em meu braços -- Vem ser minha eu quero ter você dentro de me -- fala me trazendo ânsias.

-- Me solta seu velho hipócrita -- debato em seus braço -- Socorro mim ajudem -- grito mas o mesmo tampa minha boca com suas mãos horríveis.

-- Cala a boca vadia -- não reparei ele selou nossas lábios forçando sua língua a entra na minha virava minha meu rosto tentando me afasta o rápido possível daquela boca mucha que só de olha sinto meus órgãos quere solta da boca de tanto nojo -- Estou com fogo eu quero você e vai ser agora -- diz me derrubada na cama rasgando o minha camisola me deixando apenas de calcinha.

-- Me solta -- grito deixando várias lágrimas descer em minha face.

-- Esses seios o tentação -- diz olhando meus seios com malícia.

Vejo que a porta está aberta e tenta coloca meu plano em ações agora ou nunca!...

-- Aí que bom que você me deseja também te desejo muito -- digo sorrindo mas por dentro estava chorando.

-- Sério -- me encara.

-- uhum por isso sempre quis fazer um brincadeira com você -- falo maliciosa.

-- Sou todo seu -- ri

Ele me deu espaço para que eu pudesse levanta e fiz um dança sensual para que ele pudesse descontrai, vejo sua ereção criando vida e me da nojo logo , peço para que ele ficasse nu e o mesmo obedeceu peguei as peças de roupa dele e amarrei seus braços na cabeceira da cama deixando o totalmente imóvel chego perto do seu ouvido e digo:

-- Seu Otário -- sorrio vestindo minha camisola que está como um top agora encobrindo meus seios -- Há quero que você vai para o inferno seu.....nojento -- cuspo em sua cara e o vejo grita me xingando por vários nomes.

Sai daquele maldito quarto andando vagarosamente pelo corredor daquela cabana depois de alguns minutos vejo a porta da frente quando ia para a porta encontro um capanga comendo aí e agora o que eu faço?! Vejo uma garrafa de cerveja jogado no canto da casa e pego essa era minha única opção , como ele está de costas será mas fácil o acerta na cabeça ando devagar tropeçando em meus pés por causa do nervosismo levanto o a garrafa para cima abaixando velozmente acertando a cabeça daquele filho da puta , que o mesmo caiu no chão com um sagramento em sua cabeça puts vai da uma baita do de cabeça vejo uma pequena pistola em cima da mesinha e a pego vai que sirva para alguma coisa. Abro a porta e vejo só árvores mas que porra de luga eu estou?! Saio correndo pelo caminho mas escondido pelas as árvores com uma dor incalculável em meu pé sendo furado por gravetos e porcaria de pedras mas nesse momento não estou ligando , de repente ouço um sinal de sirene aí que droga deve ser eles a minha procura, volto a corre desesperadamente , vejo alguém me seguindo e começo corre mas rápido mas acabo tropeçando e caindo.

-- droga -- levanto rapidamente mas uma mão me segura.

-- Pra onde pensar que vai?! -- vejo João olhando para me com fúria.

-- Não é da sua conta!

-- Você vai volta comigo agora -- diz autoritário.

-- A mas não vou mesmo -- pego a pistola em na lateral minha calcinha apontando para o mesmo.

-- Você não tem coragem -- Ri com deboche.

-- Você que pensa -- Aperto o gatilho e a bala atingi sua perna que o mesmo cai rapidamente -- Essa é por mentir para me -- a tiro na sua outra perna -- e essa e por que eu quero -- a tiro em seu ombro.

-- VAGABUNDA -- grita gemendo de dor.

-- Foda - se -- falo me virando para o trás.

Agora tenho que pensar para onde eu vou?!

Aee meus amores descupa pelo atraso e que fica de recuperação não e nada legal principalmente minha mãe puxando meu saco

Bom espero que goste desse capítulo radical "eu acho"

Próximo capítulo amanhã de manhã bjs até mass




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