T 2 - Cap 16

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Por Leo...

Me solto dele, e dou-lhe um tapa no rosto. Eu não sou infiel para ele me trata assim.

Leo: Não levante a mão para mim novamente - olho meu braço, estava muito vermelho ia ficar roxo. - e enquanto você não se acalma, não converso com você. - Dei as costas e segui para o banheiro do quarto de hóspedes.

Davi: Leonardo, volte aqui - falou alto com aquela voz grossa, mas segui meu caminho. Tomo um bom banho, ou seja, bem demorado. Voltei para o quarto para me vesti, meu braço já estava pouco roxo, coloco a cueca e deito na cama, sozinho.

Arthur: Para mim você ainda está errado - eles saem do banheiro, o Arthur pega no meu braço - Que foi isso amor? Foi você? - Ele fala olhando para o Davi. Que confirma com medo. - sentem na cama agora e só vão sair do quarto quando estiver tudo resolvido. - fala autoritário. Ele veste a cueca e sai do quarto.

Davi: Eu não queria te machucar - fala de cabeça baixa - me perdoa, mas que tenho ciúmes, os caras ficam todos atirados para cima de você e tu deixa, aquele cara estava quase te comendo com os olhos, te devorando e você o deixou até tocar nos seus cabelos.

Leo: Você é assim né? Faz o seu show e depois vem com o rabo entre as pernas, pensando que está tudo certo, que o bobão vai me perdoar - falei sério - ele é hétero e casado, você sabia? - ele negou - sabiá que eu o já conhecia? - negou novamente - nem isso você quis saber Davi. Foi logo fazendo seu showzinho de ciúmes, idiota, eu não estava me oferecendo para ninguém, ele é dermatologista, eu pedi para ele ver no meu cabelo. Eu não sou nenhuma puta.

Davi: Às vezes parece - falou sussurrando - Me perdoa, não quis fala isso.

Leo: Obrigado Davi - falei já quase chorando, ele me olha assustado - bom saber que você pensa. - viro às costas para ele, o Arthur volta para quarto. Eu não falo mais nada, nos deitamos, o Arthur no meio. Eu só chorando calado, o Davi pega na minha mão como de costume na hora de dormir, mas me afasto. Choro até pega no sono abraçado com o Arthur.


*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*


No outro dia, acordo primeiro que eles. Desço preparo o café da manhã, volto para o quarto, acordo meu príncipe, ele acorda o Davi e vai para cozinha. Oh! Menino que come.

Vou para banheiro tomar banho, o Davi entra no boxe pelado, como se nada tivesse acontecido. Ele vem com cara de cachorro sem dono, para perto de mim. Saio do boxe o ignorando totalmente e vou para pia escova os dentes.

Davi: Vai ficar assim comigo, é? - Falou sentando no vaso sanitário, não falo nada por pirraça. - fala comigo, por favor - ele se aproxima - amo você meu pequeno, não quis falar aquilo, nem sei o porque falei. Perdoa-me - se ajoelhou eu o olho, aqueles olhos verdes vermelhos querendo chora, me viro e saio do banheiro, me visto e visto e desço ele vem logo atrás.

Leo: Bom dia meu Príncipe - eu o beijo novamente, e como algumas frutas.

Arthur: Bom dia, milord - comendo bolo feito por mim - Bom dia, Querubim - fala olhando para o Davi.

Davi: Bom dia, pimpolho, mas não estou vendo nada de bom, o Pequeno não quer fala comigo. - abaixo a cabeça sobre a mesa.

Leo: Já que sou puta. Quando você vira um dos meus machos, volto a fala com você. - pego minhas coisas, dou beijo no Arthur, sigo para o hospital.


Continua...


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O Vizinho - Triangulo Entre Bermudas (Romance Gay) - *EM REVISÃO.*Histórias para pegar e não largar. Descubra agora