T2 - Cap 29

2.5K 199 9
                                        

Por Leo...

Leo: Deus meu, es aqui teu servo, que vive pra te servi, pai amado quero te implora diante a tua presença, o Senhor conhece meu coração sabe que eu nem o cara que está ali fora, saberá viver sem esse o Arthur. Por favor, não o leve de mim, não tire meu sorriso. Por favor, Senhor meu Deus devolva-me ele - eu orava em meio ao soluço – devolva-me o homem que eu amo.

Por Arthur...

Eu estava dormindo só escutando o Leo fala com a alguma enfermeira.

Leo: Troque o soro – falo o em um tom de ordem

Ela tocou meu braço sentir um medo uma energia tão ruim. Eu estava com medo sentir meu coração parar ate que vejo uma luz bem forte sou puxado em sua direção.

Ate que estou um e um lugar muito bonito como se fosse um salão de um palácio totalmente branco com detalhes em ouro. Tempo depois, vejo meu pai vindo em minha direção.

Alberto: Meu filho - ele me abraça - não se assuste sou eu.

Arthur: Onde eu estou papai? - falo me afastando - eu morri

Alberto: Estamos entre a terra e o céu. E você não morreu ainda não. - fala me olhando serio – a duas pessoas que estão te segurando, ate caíram sobre terra para não te deixar ir. Você sabe quem são eles?

Arthur: Leo e o Davi – falo sorrindo

Alberto: Isso Meu genro favorito e o meu genro gatão – fala emocionado – eles te amam muito, deixei nossa família em boas mãos eles não vão te abandonar nunca.

Arthur: Eu os amo de mais também papai – falei emocionado também.

Alberto: O Pai mandou que você voltasse agora, você ainda vai viver muitos anos. Que meus genros estão desesperados. Eu te amo meu filho – deu-me beijo na boca (selinho) comprimento que ele sempre teve comigo de amor de pai. Sentir aquela força novamente me puxando de volta.

Arthur: Eu te amo pai – e volto pra o quarto e escuto o Léo.

Leo: devolva-me o homem que eu amo. - Foi quase um sussurro

Por Leo...

De joelhos ainda sinto uma paz inexplicável, paro de chora e começo a sorri, quando de repente o coração do Arthur volta a bater. E acelera os batimentos.

Leo: Obrigado Senhor - choro agora de felicidade. Começo a reinstalar alguns aparelhos. Olho para o Davi que estava chorando e sorrindo ao mesmo tempo e seguro a mão do meu Príncipe novamente.

Leo: Nunca mais me de um susto desses, eu te amo tanto - ele mexe seu dedo indicador como se quisesse aperta minha mão. Saio da sala e abraço o Davi. - Ele voltou pra agente. Obrigado Meu Deus - ele me beija.

Davi: Você é mesmo o nosso anjo - eu o beijo

*-*-*-*-*-*-*

3 dias depois...

O Arthur ainda estava em coma, eu e o Davi não saímos do hospital, o sofá-cama já tinha o nosso cheiro, Davi não foi mais para o trabalho. Dormimos com a camisa do Arthur no travesseiro. Todos os dias eu agradecia a Deus por ter me dado ele de volta, é tão bom ficar com o Davi, eu tinha esquecido, ele trabalha muito. Eu beijava, ele fazia cafuné pra eu dormir. Meu marido que conheci nos primeiros meses de namoro ainda estava ali.

Todo fim de tarde eu limpo o Arthur, com algodão e água, ou um com um pano. O Davi estava no notebook, ele nem pra me ajuda o Arthur e pesado se eu chamasse algum enfermeiro pra me ajuda ele ia pirar comigo. Deu um beijo naquela bundinha Branca, sentir um louco desejo de morde, mordi, ele contraiu o músculo de maneira brusca.

Arthur: Devagar amor - falo com dengo. Não pode ser ele acordou, tirei sua máscara de oxigênio única coisa que queria era beija-lo.

Leo: Você acordou - fala entre selinhos e chorando. O Davi estava no sofá com cara de assustado com os olhos cheios de lágrimas.

Davi: Meu amor eu não acredito - ele foi abraçando o Davi.

Chamei minha equipe toda, todos felizes com a volta do meu marido, tiramos alguns aparelhos desnecessários.

Arthur: Ai amor tira logo esse negócio do meu Pinto - todos olharam pra mim e sorrimos.

Mandei que todos se virassem de costa pra não verem o pau do meu marido. Tinha gays na equipe e bonitos.

Arthur: Bobagem amor, eles são profissionais - olhei firme para ele - se vocês virarem hoje mesmo estará na Rua. - Retirei a sonda. - Aí bem melhor, que alívio.

Começamos alguns testes para ver se ele estava com sequelas, como já sabia que não estava com muitas porque estava colocando-o em coma induzido para que o cérebro dele levasse em conta que era só um sono para diminuir as sequelas, chamei o ortopedista, fisioterapeuta, fonoaudióloga, oftalmologista.

Fiz primeiro testes neurológicos, depois foram os outros, ele estava com umas leves sequelas na sua perna esquerda, ele não mexia direito. Ele ia fazer algumas secções com a fisioterapeuta. Depois que todos saíram eu e o Davi levamos ele para o sofá ele ficou no meio de nos dois contamos tudo que aconteceu, com ele e nossas vidas.

Leo: Eu disse que não ia deixa você morre - falei sorrindo.

Arthur: Deixou, mas graças a Deus ele fez com que eu voltasse - ele me beijou - eu me lembro de ter ouvido você chora várias vezes segurando minha mão - falou olhando para o Davi.

Davi: Eu não choro, sou macho já viu macho chora onde? Nunca - falo com pose de fortão. Mas o meu Príncipe olhou para ele com sorriso lindo - mas quando estamos perto de perde quem se ama de verdade não tem esse que não chore, chorei mesmo como também já chorei várias vezes por vocês, seus chatos - foi tão linda essa declaração, eu e o Arthur fomos enchê-lo de beijos - amo vocês de mais meu Pequeno e meu Pimpolho.

Leo: Também amo vocês demais meu Príncipe e meu Gigante. - beijo os dois.

Arthur: Eu acho que amo mais, eu voltei dos mortos para vocês, sou fodão - mostrou os músculos - e lutaria outra vez se necessário, para ter sempre ao meu lado. Meu Milord e meu Príncipe Kerubin

Leo: Besta - nos beijou.

Continua...

O Vizinho - Triangulo Entre Bermudas (Romance Gay) - *EM REVISÃO.*Histórias para pegar e não largar. Descubra agora