Cap 18

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Por Leo... 

Fiquei sem reação. Minha vontade era de espanca-lo ali mesmo.

Leo: MÃE? - gritei, ela veio rapidamente da cozinha - o que, essa merda de homem, está fazendo aqui?

Mãe: Meu filho, se acalma ele só veio nos visitar - disse com medo da minha reação - Ele não vai machucar ninguém, nem você, nem o Davi.

Antônio: Olha, a bixinha está namorando - disse sorrindo - que lindo!

Leo: Você não me provoca, seu lixo - respirei fundo, fui para meu quarto para evitar confusão, ele veio atrás de mim.

Antônio: Se eu quiser te provocar vai ter o que em, viadinho? - me empurrou contra a parede - Nada.

Leo: Vai sim - dei um soco no seu rosto, ele caiu no chão com a mão na bochecha.

Antônio: Isso não vai ficar assim - Saiu do meu quarto furioso.

Leo: Não ponha o seus pés novamente na minha casa. De onde veio esse, tem piores - gritei do corredor.

Deitei na cama para me acalmar, o meu celular toca era o Arthur, já fazia meses que não tinha notícias dele, meu coração gelou. Respirei fundo e atendi, claro, mas minha voz não saia.

Arthur: Olá? Alguém?

Leo: Oi estou aqui - falei sorrindo, nervoso.

Arthur: Como você está?

Leo: Estou bem e você como está aí? - feliz.

Arthur: Estou bem, mas estou com saudades da aí, morrendo de também de saudade, principalmente de uma pessoa.

Leo: Hum! Entendo - fiquei com vergonha, mas tentei muda de assunto - você já está em outra faculdade?

Arthur: Já sim! Entrei em uma boa aqui, o titio me ajudou. Como o Carlos está? Esta se comportando?

Leo: Está sim, ele ainda está triste ainda, mas vai ficar bem - falei sorrindo - E você namorando já aí? Já são 2 meses e 1 dia que você se foi, aposto que já está.

Arthur: Está contando os dias, que lindo, e sim estou casado... - Silêncio do outro lado. Não sei o porquê, mas aquilo meu coração ficou triste.

Leo: Você está aí? - Falei cabisbaixo

Arthur: Estou, foi que o celular quase caiu, desculpa - Deu para ouvi seu sorriso - Estou casado com o travesseiro e os livros, e com uma camisa sua que tenho quando terminamos, ainda tem seu cheiro - sorri.

Leo: Você vai vir fazer uma visita aqui? - Mudei de assunto novamente.

Arthur: Estou declarando pela segunda vez e você está mudando de assunto, por quê? Está com outro?

Leo: Olha, estou sentindo muito sua falta, não retirei seu colar até hoje... - fui sincero

Arthur: Sério?

Leo: Sim sério, porém, estou conhecendo outro cara e estou mudando de assunto porque não quero você triste.

Arthur: Entendo, vou desligar depois a gente se fala. - ele ficou triste era visível na sua voz.

Leo: Tudo bem, se cuida aí, me liga quando puder.

Arthur: Se cuida também. Boa sorte com seu namorado, tchau! - Desligou.

Fui para casa do Davi. Precisava conversar com ele, ainda bem que a mãe dele nao estava em casa, pois,  eu ja sabia que ele iria briga. Bato na porta do seu quarto, ele abre so de  toalha.

Davi: Oi, amor, entra - falou tranquilamente.

Leo: Não, espero você se vestir - disse constrangido.

Davi: Pode entrar agora - disse autoritário, mas logo sorriu safado - Que tem aqui e tudo seu você e vai me ver assim de qualquer jeito mesmo - me puxou para dentro do quarto e trancou a porta. Jogou a toalha no chão, mas ele já estava de cueca.

Davi: Pensou que eu estava pelado? Depois eu que sou a mente poluída - falou sorrindo da minha cara de assustado.

Leo: Achei - disse aliviado.

Davi: Se quiser, posso fica. - Pos a mão na barra da cueca, mas não tirou e me deu um beijo - apaixono por você cada dia mais, e mais - Se sentando ao meu lado com nossas mãos dadas.

Leo: O. Arthur. Me. Ligou. - falei pausadamente com medo da sua reação.

Davi: O que? - Falou nervoso. O seu sorriso desapareceu e separou nossas mãos.


Continua...


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O Vizinho - Triangulo Entre Bermudas (Romance Gay) - *EM REVISÃO.*Histórias para pegar e não largar. Descubra agora