Cap 3

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Por Leo...

Fiquei em tal estado de pânico, que eu não conseguia me mexer. Ele olhou para o lado, viu que era sua mãe e voltou olhar para mim, com um olhar cheio de ódio e medo.

Ele empurrou-me contra o balcão da cozinha, onde bati minhas costas e cair no chão e veio para cima de mim como um leão raivoso.

Davi: Nunca mais toque em mim, seu viadinho de merda - socando meu rosto.

Mãe de Davi: DAVI... CHEGA! - Gritou e segurou seu braço, para que não me batesse de novo.

Eu o empurrei para longe e saí correndo daquele lugar, o mais rápido possível. Chorando e me sentindo humilhado.

Entrei em casa, fui direto para o meu quarto e me joguei na cama em posição fetal, única coisa que queria era chorar e muito, minha mãe (Lília) veio logo atrás. Sentou-se na cama, me abraçou e deitei em suas pernas.

Mãe: Ei... Calma - levantou o meu rosto, que estava sobre suas pernas - o que aconteceu? - falou limpando minhas lágrimas.

Leo: Agora não - falei chorando, ela só me abraçou. Algum minuto depois, conseguir me controlar e contei tudo para ela.

Mãe: Vou matar esse desgraçado - falou enfurecida.

Leo: Não, mãe. Só me abraca. - supliquei e ela me abraçou forte.

Mãe: Oh! Meu bebê... Vem cá deixa eu cuidar de você - disse pegando um caixa de primeiros socorros. Deu-me um remédio para dor e passou uma pomada na minha bochecha. - você deve ficar longe dele, se ele é assim, não quero você machucado de novo, porque da próxima, eu mesma cuido dele - ameaçou.

Leo: Pronto, mãe. Agora quero ficar sozinho - falei mais calmo e ela saiu do meu quarto. "Eu não quero mais fala com ele, vou ignorá-lo, é o melhor para mim" dormir, procurando não pensa no que aconteceu.


*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*


Por Davi...

Eu e o Leo passamos a nossa manhã arrumando as coisas da minha casa nova, gostei muito dele, ele é muito gente boa e é bonito, ele me ajudou muito, mesmo sem me conhecer.

Quando fui à casa dele chamá-lo para me ajudar a organizar as coisas, ouvi a irmã dele fala, que ele queria me pegar, fiquei com muita vergonha, mas tive coragem de tocar a companhia e pedi a ajuda dele, só para ficar perto dele, era estranho, eu me sinto bem e feliz com ele, não sei o porquê, então, comecei a provocá-lo para ver até onde ele iria.

Quando ele veio da cozinha, com medo de aranha pequena, foi tão fofo, que me deu vontade de pegá-lo nos meus braços e foi o que fiz. Foi quando o coloquei no chão, eu não sei explicar, queria sentir àquela boca rosinha na minha, meu corpo estava fora do meu controle e quando ia beija-lo, minha mãe chega e nos pega no flagra.

Fiquei com uma mistura de medo da minha mãe e raiva, ela não podia saber que sou gay, eu não estava preparando. Acabei batendo nele, foi sem pensar. Ele me empurrou e correu para longe.

Fiquei muito mal, não sei explicar, ele não iria me perdoar, não ia querer nem mais falar comigo. Fui para o meu quarto sem espera o que minha mãe ia falar. Quando eu estava mais calmo, ela veio fala comigo.

Davi: Oi! Dona Joana - disse irônico.

Joana: Oi! Meu filho, quero um bom motivo para você ter tratado aquele garoto daquela forma, Davi? - ela estava irritada.

Davi: Ah! Mãe, ele me beijo, fiquei com nojo e com raiva daquele gayzinho nojento.- Falei com medo, mas acho ela percebeu.

Joana: Esse não é o filho que criei - ela disse quase gritando - como você pode ter nojo do que você é, Davi. - Falou gritando, eu a olhei surpresa - estou muito decepcionada com você, com seu comportamento de hoje, estou até com vergonha de dizer que sou a mãe dessa criatura tão asquerosa, como você foi com aquele garoto. Foi homofóbico, com o que você é. - ela respirou fundo, comecei a chora minha mãe nunca tinha falado alto ou gritando comigo - Eu só falei essas coisas, para você ver que único nojento foi você, eu já saiba que você é gay a muitos anos.

Davi: Mãe me perdoa - abracei ela - Eu queria conta para senhora, mas eu não estava preparado. - Me afastei - bati nele porque fiquei com raiva de mim mesmo e acabei descontando em quem não deveria, foi sem pensar, eu queria contar para a senhora com calma, bati nele porque tudo que eu planejara falhou.

Joana: Não posso fazer mais nada, você tem que resolver isso e em relação você ser gay, eu não me importo, importante é que quero ver você feliz - Ela disse saindo do meu quarto.

Única coisa que estava na minha cabeça aquele momento, o nosso quase beijo e o olhar dele com medo de mim. Amanhã na faculdade, irei tentar fala com ele e adormeci pensando no Leo.


Contínua...


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O Vizinho - Triangulo Entre Bermudas (Romance Gay) - *EM REVISÃO.*Histórias para pegar e não largar. Descubra agora