T 2 - Cap 21

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Por Leo...

Seguimos para a casa do Charlie, o Arthur falou qual era o condomínio. Avisei para ele fica longe aquele viado, não quis me ouvi. Na portaria estava um senhor branco.

Senhor: Boa noite - eu e o Davi sorrimos e saímos do carro.

Leo: Boa noite, qual é a casa do Charlie Zuckerberg? - perguntei sorrindo. - ele já esta nos esperando.

Senhor: é o 308, irei interfonar dizendo que estão aqui - pegou o telefone.

Leo: Não é necessário, ele está aqui, no celular comigo - o porteiro colocou o interfone no lugar - ah! Meu Deus a ligação caiu, vou retornar só minutinho - Me afastei um pouco deles, Davi ficou conversando com ele, ligue para o Gabi, ele estava do outro lado do país. Expliquei rapidamente a situação - Só confirma tudo que eu disser, te explico melhor depois. A vida do meu marido está em suas mãos - falei aflito e voltei para perto deles - Charlie, meu querido, está no viva voz, já estamos aqui no portão, poderia mandar o senhor... - olhei seu crachá - senhor José, libera nossa passagem.

Gabi: Senhor José, pode deixa que eles entrem, são meus amigos - o José me olhou e eu sorri, ele sorriu de volta.

Senhor José: Sim, senhor - e o portão se abriu.

Leo: Obrigado - agradecemos e o Davi se despediu.

Davi: você merecia o Oscar – fala sorrindo e retribuo.

Paro o carro de frente a casa da cobra. Simplesmente entro com taco de beisebol e o Davi com a arma na mão, ele ficou tão sexy. Encontro com o Arthur e o Charlie na sala, tinham acabado de chegar.

Davi: Amor, cheguei - fala com o Arthur, que sorrir, Charlie nos olha assustado.

Leo: Desculpa, mas o Arthur é nosso - vou para perto dele, quando iria abraco-lo, o Charlie põe uma arma na minha cabeça.

Charlie: Onde pensa que vai? Ele é minha propriedade - Davi ia atirar, mas fiz sinal para nao fazer, me viro e o imobilizo, seu dedo quebrando que estava no gatilho.

Leo: Não, ele é nosso marido - de repente, sou pego por trás e um pano com éter é colocado no meu nariz, olho para o Davi que está apagado. O Arthur vai para cima do Charlie e apago.


*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*-*

Por Arthur...


Os comparsas do Charlie colocam Davi e o Leo para dormir, já imaginava que ia acontecer.

Arthur: Você disse que não ia machuca-los, se eu ficasse com você - fui para cima dele.

Charlie: Mas eles vieram aqui na minha casa, me provocar - fala com ódio.

Arthur: Se fizer algo com eles, eu te mato - falei pegando na gola da sua camisa.

Charlie: Mata? Então vem - ele soltou a arma - vou matá-los mesmo, que você não queira, meu amor - falou com ironia, subiu uma ira. Que soquei seu rosto.

Arthur: Vou matar você - dou socos na sua barriga e costelas, ele me empurra.

Charlie: Você não pode viver com essas lembranças vivas, elas têm que ser queimadas. - Peguei no seu pescoço, ele ficou vermelho, sua língua ja  estava ficando roxa, mas eu não iria soltar. De repente, ele tira do bolso uma seringa e aplica na minha perna, fico tonto e o solto.

Arthur: Que você me deu, seu desgraçado? - ele sorri.

Charlie: Lembra-se do remedinho "Boa noite Cinderela", mas no seu caso e "boa noite, meu Príncipe". - ele ria, ainda tossindo.

Tentei bater nele, mas em vão, cair do lado do Leo e do Davi, que estavam juntos.

Arthur: Perdoa-me, isso é tudo culpa minha - falei com dificuldade, beijo o Leo e depois o Davi.

Charlie: Fica tranquilo, amor, você vai vê-los morrer e saiba que é tudo sua culpa - falou no meu ouvido baixinho e apago.


Continua...


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O Vizinho - Triangulo Entre Bermudas (Romance Gay) - *EM REVISÃO.*Histórias para pegar e não largar. Descubra agora