T 2 - Cap 18

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Por Arthur...

Arthur: Que você está fazendo aqui? - digo com raiva.

O Charlie é o meu ex-namorado de Londres, loiro, olhos azuis como os meus, magro, branco, alto e é simplesmente louco, obsessivo e vingativo, ou seja, extremamente perigoso. Quando soube desse lado horrível tratei de termina tudo com ele e ele não aceitou bem a separação, voltei para o Brasil na intensão de reencontrar o Leo, que encontrei e me apaixonei pelo Davi.

Charlie: Vim te buscar, meu marido - Leo sorri alto, juntamente, com o Davi.

Davi: Cara, você é louco? - fala de frente com ele - ele já é casado - mostrou a aliança e o Leo também.

Charlie: Mas, ele me pertence - falou com cara de louco - e eu só vou sair daqui com ele. Saiam do meu caminho. - avançou para entra na nossa casa. O Leo pôs o dedo em seu peito.

Leo: Se você ousar dá mais um passo, vai se arrepender amargamente de ter vindo aqui.

Arthur: Vá embora daqui, melhor que você faz. Alem que eu não amo você, nunca te amei, na verdade. - falei, o Charlie me olha psicopata.

Charlie: Você vai se arrepender de ter dito isso, Arthur - ele dá um passo para cima de mim, Leo segura sua roupa e dá-lhe uma joelhada no seu abdômen, que cai com dor.

Leo: Saia agora da minha casa - pegou pelos seus cabelos loiros e arrastou para fora. - Se voltar, vai ser pior.

O Charlie entra rapidamente no carro e vai embora. O Milord vem para cima de mim, nervoso.

Leo: Quem é aquele? - para na minha frente, sério, o Davi só observando tudo calado.

Arthur: Meu ex-namorado, ele é de Londres, pensei que ele tivesse me esquecido. Calma - me expliquei, coloquei minhas mãos nos seus ombros.

Leo: Que ele queria? - virou para o Davi.

Davi: Queria fala com o Pimpolho, falei que não estava, quando vocês apareceram. - falou sério com os braços cruzados, não é um bom sinal, ele está com raiva como o Leo.

Leo: Olha aqui, vou fala só uma vez, isso não é um pedido, estou mandando você. Fique bem longe dele. - falou autoritário, e com dedo apontando para meu rosto.

Davi: Eu também exijo distância daquele cara - falou se aproximando.

Arthur: Calma - segurei a mão do Leo - quero distância dele, mais que vocês dois. Amo vocês e não vou machucar vocês. - peguei pela cintura dos dois e puxei contra meu corpo. - estão com ciúmes? É isso mesmo?

Davi: Eu não, só não quero que mecha no que é meu - falou fazendo de durão.

Leo: Estou e acho melhor não me provoca - não resistir o beijo ele o e beijei o Querubim, peguei na mão dos dois e puxei para o quarto.

Ambos já entregues ao tesão, de pau duro. Os deito na cama e beijo com vontade o Leo, depois o Davi. O Milord me puxa para cama e cair deitado ele me chupa e o Davi. Vou até à gaveta e pego camisinhas e o lubrificante, ponho Leo de 4 na cama faço pouco de beijo grego e passo o lubrificante e introduzi meu pau lentamente.

Leo: Para... Para... - fala ofegante tirando o pau do Davi da boca, meu pau e um pouco mais grosso que o do Davi - está doendo, fica quieto - ponho mais lubrificante e eu o obedeci, fiquei imóvel, ele foi descendo lentamente até q entrou por completo. Beijo sua nuca, chupo o Davi com ele. Ele se levanta, põe lubrificante em mim e começa a enfiar seu pau gostoso no meu cu.

Davi: Que delicia de cu, pimpolho - me fodendo com força.

Ele para, retira seu pau e introduz no Leo de 4. Ponho o Leo ajoelhado na cama e deito na posição do frango, ele introduz em mim, só com o lubrificante. Vou à loucura sinto todo seu pau no meu buraquinho, sua cabeça, suas veias, gozo sem tocar, ele me beija, de repente, tira seu pau de dentro de mim e goza na minha barriga. O Davi goza dentro do Leo. Repetimos a dose mais 2 vezes.

Leo: Chega, amores - ele fala com ar de cansado - vocês me destruíram, cansei.

Arthur: Eu também cansei - falo sorrindo.

Davi: Vem, dou banho em vocês - Ele nos arrastar para o banheiro.

Dá-nos banho tão bom, ele é super carinhoso e gentil. Depois fomos dormir, tentei, na verdade, como o meu milord. Já o Davi dormiu feito uma pedra, Leo estava preocupado com o Davi ter febre novamente, mas não aconteceu, só pegar no sono, de fato, quando o meus dois maridos me abraçaram forte. Sentir-me protegido em seus braços.


Continua...


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O Vizinho - Triangulo Entre Bermudas (Romance Gay) - *EM REVISÃO.*Histórias para pegar e não largar. Descubra agora