PLÁGIO É CRIME*
Crime de violação aos direitos autorais no ART.184 - Código penal, que diz: Art. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1(um) ano, ou multa.
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SINOPSE
Mikaela...
— Oh, que lindinho! — digo, pegando o cachorrinho dos braços do Soren.
— Onde você o escondeu? Nem percebi que ele estava aqui. — me sento no sofá com o pequeno nos braços.
— Ele estava no meu quarto. Depois ficou no armazém — responde ele, com um sorriso de canto.
Enquanto acaricio o cachorrinho no colo, Soren sai por um momento e logo volta com uma caminha, um potinho de água e outro de ração. Ele acomoda tudo perto da lareira e se senta novamente ao meu lado.
— Qual o nome dele? — pergunto, vendo o cachorro se remexer e pular do meu colo direto para os pés do Soren.
— Thor — responde ele, fazendo carinho no animal.
— Um nome forte, combinou com ele. Agora, deixa eu ver se nosso jantar está pronto — digo, me levantando.
Verifico o pão no forno, já dourado, e a sopa no fogão. Desligo tudo, corto o pão em fatias e arrumo a mesa com pratos, talheres e suco.
— Soren, vamos jantar! — chamo, e ele se levanta para lavar as mãos antes de se juntar a mim.
Durante o jantar, conversamos um pouco mais, tentando nos conhecer melhor.
— Com o que você trabalha? — pergunta ele.
— Sou fotógrafa, sócia de um estúdio. E você, além de lenhador, faz mais alguma coisa? — pergunto, bebendo um gole do suco.
— Por que eu teria que ter outra profissão? — ele ergue uma sobrancelha, desconfiado.
— Primeiro, porque não parece alguém que sempre viveu como lenhador. Segundo, algo me diz que essa não foi sua primeira escolha de vida.
— Entendi... realmente, nem sempre fui lenhador. Antes, eu era CEO de uma empresa de turismo — revela ele, casualmente.
— Uau... e por que largou tudo? — pergunto, sentindo-o se distanciar emocionalmente.
— Vou lavar os pratos — diz ele, se levantando, sem responder à pergunta.
— Se não quiser falar, é só dizer. Não precisa fugir do assunto — falo, entregando os talheres para ele.
— Então tá. Não quero falar — responde, curto e direto.
— Tudo bem — respondo, saindo da cozinha e indo escovar os dentes.
Depois, volto para a sala e fico brincando com Thor. Soren se aproxima mais calmo, com o rosto relaxado.
— Desculpa, não precisava ter sido grosso. Quer assistir a um filme?
— Sim. Que filmes você tem?
Ele me mostra algumas opções, e escolhemos "Amizade Colorida". Soren traz uma bandeja com pipoca, salgadinhos, biscoitos e refrigerante.
— Meu Deus, homem! Pra onde vai tudo isso? Acabamos de jantar! — digo, rindo.
— Eu sou um homem grande, tenho fome o tempo todo — ele pisca para mim, divertido.
Nos acomodamos no sofá e o filme começa. Mas, conforme as cenas vão passando, percebo que talvez não tenha sido a melhor escolha... Soren está ao meu lado, e as cenas sensuais no filme não ajudam em nada. Olho para ele, que também me observa.
Antes que eu diga algo, ele se aproxima e me beija.
— Droga... — murmura ele contra os meus lábios.
Em segundos, estamos nos beijando com intensidade. Sento em seu colo, mas somos interrompidos por um latido de Thor.
— Ah não, Thor... de novo, não! — resmunga Soren, rindo, me levantando no colo. No caminho, ele pega um brinquedo e joga para o cachorro, que se distrai imediatamente.
— Coitado do Thor, He-Man — brinco, rindo enquanto ele dá um tapa carinhoso na minha bunda.
— Coitado de mim — responde ele, entrando no quarto e fechando a porta.
Ele me deita na cama e começa a tirar a camisa. Eu fico ali, observando seu corpo musculoso, o peito largo... quase um viking moderno.
— Gosta do que vê? — pergunta ele, provocador.
— Fala menos, trabalha mais — respondo com um sorriso atrevido.
Soren se aproxima e começa a me beijar, subindo lentamente o vestido. A noite avança com beijos, toques e desejos reprimidos se revelando sem pressa, mas com intensidade. Não há mais palavras — só o som das respirações e dos corações acelerados.
Em seus braços, finalmente, me deixo levar. E ali, em meio ao calor dos nossos corpos, descubro que talvez nem toda tempestade lá fora consiga apagar o fogo que começa a se acender aqui dentro.
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