PLÁGIO É CRIME*
Crime de violação aos direitos autorais no ART.184 - Código penal, que diz: Art. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1(um) ano, ou multa.
&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&&
SINOPSE
Mikaela...
Acordo com um mal-estar insuportável e corro direto para o banheiro, onde despejo até a alma na privada.
— O que está acontecendo com você? — pergunta Alika, preocupada, me ajudando a me levantar.
— Acho que é uma virose... não estou nada bem — respondo, me encostando na parede fria.
— Vamos nos arrumar, vou te levar para o hospital agora — diz ela com firmeza, já me levando de volta ao quarto para me vestir.
Enquanto coloco a roupa, sinto um leve desconforto e, instintivamente, peço:
— Amiga, me empresta um absorvente? Minha menstruação chegou antes do dia.
Mal termino de falar e me lembro de algo.
— Merda, merda, merda! — corro de volta ao banheiro.
— O que foi? Por que esse desespero todo?
Saio do banheiro com a cartela de anticoncepcionais nas mãos, tremendo.
— Alika... olha isso.
— O que tem essa cartela?
— Eu acho... acho que estou grávida. Esqueci de tomar várias pílulas!
Alika me encara por um segundo e abre um sorriso gigante.
— O que você disse, titia?
— Meu Deus, Alika... eu não posso estar grávida. Não agora! — me sento na cama, assustada, sem saber como processar aquilo.
— Amiga, agora não adianta se desesperar. Era pra você ter pensado nisso antes de fazer sem proteção. Mas vamos ao hospital. Só assim a gente vai ter certeza — diz ela com calma, entrando no banheiro.
Fico ali, sozinha, encarando aquela cartela quase cheia. Meu coração acelera. Será mesmo? Sinto uma vontade repentina de alisar a barriga, imaginando... um bebezinho com os olhos do Soren.
Alika sai do banheiro e me olha com um sorrisinho no rosto.
— Tá com esse sorriso de boba por quê?
— Será que... será que realmente estou grávida?
— Vamos descobrir. Agora termina de se arrumar que eu vou preparar algo leve pra você comer — diz ela, saindo do quarto.
Quando chego na cozinha, Alika já arrumou tudo: duas taças com salada de frutas e mais algumas coisinhas leves.
— Senta e come direitinho. Se tem um bebê aí dentro, ele já merece ser bem alimentado — ela fala, me servindo com carinho.
Depois do café da manhã, vamos direto para o hospital. Graças aos contatos da Alika, conseguimos um encaixe com um ginecologista obstetra.
Antes da consulta, fiz um exame de sangue para detectar a gravidez. Enquanto esperávamos na sala, meu nome é chamado.
— Senhorita Mikaela Erickson?
— Sou eu — digo, me levantando.
— Pode entrar. O doutor Carlson está esperando.
Entramos na sala e somos recebidas por um médico bonito o suficiente para virar colírio de novela.
— Bom dia, sou o doutor Henry Carlson — ele diz, sorrindo gentilmente.
— Sou a Mikaela, e essa é minha amiga Alika — respondo.
— Vi aqui que você pediu um exame de gravidez. Como o resultado do sangue ainda não saiu, vamos fazer um ultrassom.
Me deito na maca e levanto a blusa. O médico aplica o gel frio na minha barriga e começa o exame. Em segundos, a sala é preenchida por um som mágico — um som que muda tudo.
— Esse é o som do coração do seu bebê, senhorita Mikaela. Você está com quatro semanas e dois dias de gestação — anuncia o médico.
Ele aponta para o monitor.
— Aqui está... o seu bebê.
— Alika... olha isso... é o meu bebê! — digo, com a voz embargada.
— Que coisa mais linda, amiga — responde Alika, emocionada, com os olhos marejados.
— Doutor, quando vamos poder saber o sexo? — pergunta Alika, curiosa.
— Na próxima consulta já poderemos tentar ver — ele responde.
Depois, me entrega uma receita de vitaminas, os encaminhamentos para os exames do pré-natal e marca o retorno para daqui a quatro semanas. Pego tudo e vamos até a recepção.
— Aqui está sua cópia do exame. Deseja marcar a próxima consulta? — pergunta a atendente.
— Sim, por favor — respondo.
Com o cartão de retorno em mãos, seguimos para o estacionamento.
— E agora... quando você vai contar pro Soren? — pergunta Alika, me lançando um olhar cúmplice.
— Quando ele vier até aqui. Mas vou tentar ligar pra ele agora, de novo.
Pego o celular e disco seu número. Caixa postal. De novo.
— Estou ficando preocupada... desde ontem ele não atende.
— Deve ser só problema de sinal, Mika. Tenta não surtar — diz Alika, tentando me acalmar enquanto paramos no estacionamento do estúdio.
— É, pode ser... Agora vamos trabalhar — digo, tentando me concentrar, mas com o coração e a mente batendo em outra frequência.
##########################
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.