MANUELA🌸
Ele me levou até o carro e entrei, enterrei meu rosto em minhas mãos e soluçava. Eu sentia falta da minha mãe, se ela estivesse viva nada disso teria acontecido e tudo por culpa dos dois, não iria contar onde Letícia estava, deixa os dois sofrerem.
Gabriel entrou no carro e me puxou pro colo dele, ficamos ali por mais um tempo sem dizer nada, eu precisava entrar e dormir, eu estava exausta.
Gabriel: posso te levar em um lugar?
Manu: aonde?
Gabriel: só vem comigo.
Apenas assenti, de uma forma ou de outra eu confiava em Gabriel, não sei porque mas ele me passava uma confiança que ninguém nunca me passou.
Chegamos em uma casa, uma cobertura enorme é linda a garagem abriu e entramos, lá estava estacionado uma moto gigante, desci do carro e Gabriel também. Ele foi subindo segurando a minha mão, era tudo muito bonito e bem arrumado.
Manu: seu refúgio? — perguntei rindo —.
Gabriel: futura casa — ele riu e foi fazer um drink —.
Manu: ué, mas você não...
Gabriel: estamos no separando Manu — ele me deu um copo — não posso sair agora, tem a Pietra também.
Manu: é — fiquei sem jeito —.
Gabriel me puxou pra ele e me beijou, ele era atrevido e eu gostava. Retribui o beijo, nossas línguas se encaixavam perfeitamente suas mãos desceu pelas minhas costas e apertou meu bumbum com força me puxando pra perto, bem perto.
Fiquei um pouco com receio, passava mil coisas na minha cabeça, eu tinha medo do que estava sentindo. Mas eu precisava me entregar e confiar naquele homem.
Retribuía cada beijos que ele me dava, era incrível a sensação de estar em seus braços. Gabriel me levou até o sofá e deitou por cima, sem depositar o peso encima de mim nossa boca se encaixava perfeitamente, era uma química louca parecia que conhecia ele a anos. Arranquei sua camisa sem pensar duas vezes, que homem era aquele?
O mesmo fitou seu olhar no meu e sorrio, quando dei por mim já estava só de calcinha, sua boca engolia meus seios com vontade, passando a língua no bico me fazendo arrepiar, seu dedo deslizou até minha boceta ajudei o mesmo abrindo um pouco a perna e ele se deliciou, senti um incômodo mas logo fiquei encharcada, ele me olhou com cara de safado sorrindo, voltou chupar meu seio enquanto me masturbava, gemia em seu ouvido e vi o volume criando em sua calça.
Deslizei a mão e apertei levemente o mesmo suspirou e abri zíper, em um segundo Gabriel, estava só de cueca na minha frente. Suspirei antes de voltarmos a nós beijar, abri bem as pernas quando senti Gabriel passando seu pau na minha entrada, eu estava tensa mas ao mesmo tempo eu queria muito.
Gabriel: tem certeza?— ele sussurrou —.
Manu: eu, eu não sei — me afastei e paralisei olhando pro nada —.
Gabriel: Manu? — acariciou meus cabelos — você quer conversar?
Manu: eu só preciso dormir, onde é o banheiro?
Me senti uma tosca em cortar o clima, Gabriel ficou sem entender mas era compreensivo. Me deu uma camisa dele, tão cheirosa, vesti e fui pra varanda, o céu estava estrelado, e a lua estava lá.
Fechei os olhos e senti o vento bater e mexer minhas mechas, respirei fundo e tomei uma decisão, ou eu me entregava para Gabriel, ou iria viver eternamente presa a tudo que Eric fez, e eu não estava disposta a isso.
GABRIEL💮
Fui para o banho enquanto Manu ficou na varanda, preferi deixar ela na dela. Não sei o que houve o que fez ela travar, mas também não ia bolar por causa disso, estava de baixo do chuveiro com os olhos fechados pensando até que senti a porta abrindo, abri os olhos lentamente e vi a coisa mais linda do mundo.
Manu nua na minha frente, seus cabelos cumpridos acima dos seios, tímida porém sensual, ela não me deixou falar quando dei por mim estava dentro do box com a mesma em meu colo, encostei ela na parede e a mesma me beijava com vontade, eu não poderia parar ali, se ela quer eu quero em dobro. Deslizei minhas mãos pela sua bunda e penetrei um dedo em sua boceta, ela deu um gritinho de prazer e sentir meu pau latejando, precisava entrar nela de qualquer jeito.
Nossa primeira vez seria ali, no box da minha casa. Uma ótima lembrança. Nem pensei em camisinha, penetrei em Manu que entrelaçou as pernas na minha cintura, fazia movimentos rápido e ela gemia chamando meu nome.
Gabriel: tão apertadinha — suspirei — que delícia essa boceta Manu.
Beijava teu pescoço e sentia minhas costas queimarem com as unhas dela em mim, poderia dar merda mas não queria saber de nada. Ela estava gostando, e não estava acanhada igual uma hora atrás. Eu estava preste a gozar, com Manu gemendo em meu ouvido desse jeito o difícil era não querer isso.
Tirei a mesma do meu colo e ela se agachou, boa menina, continuei batendo até sentir o líquido saindo e jorrando em sua boca e seus seios. Olhei aquela cena e me deu mais tesão, ela me olhava com desejo e me deixava louco. Levantei a mesma que me abraçou, retribui fechei os olhos e senti a água caindo em nós dois.
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Quase um casal |
RomanceEscritora: Ju Rabetão • Respoansável pela história: Letícia Capa: sophiadelrey • +16| Manu perdeu a mãe aos 11 anos, o que fez ser forte desde então. Foi criada pelo meu pai e a madrasta, tudo fluía naturalmente até descobrir o real motivo da morte...
