MANUELA🌸
5 meses se passaram.
Praticamente estava voando esse ano, a faculdade estava a todo vapor já já era final do ano e precisava fechar sem nenhuma DP, então estava muito focada. Saia quase sempre com a Bruna, e ela sabia meio que por cima de mim e o Gabriel, afinal a gente só se via naquela casa e sempre na madrugada, nisso quando não fugia na hora do almoço pra passar apenas 1 hora juntos.
Patrícia me cutucava sempre que podia, mas claro, ela não tinha ideia que eu estava com o Gabriel, me sentia mal, mas ele não gosta dela e nem de estar com ela. Era foda.
Como todos os dias levantei cedo com o despertador no meu ouvido, tomei um banho pra acordar e o dia estava lindo e bem quente, fazia tempo que não havia um sol desse aqui em São Paulo, vesti uma saia acima do joelho, uma camisa social branca e um salto scarpin, fiz alguns cachos na ponta do cabelo e uma make básica do meu dia a dia, costumava tomar café sempre na empresa já que estava ali porque precisava e não porque eu queria.
Letícia havia ido pra escola então sai rapidamente e fui de Uber, ônibus nesse calor não dava, atrasei 15 minutos por conta do trânsito odiava atrasar, ainda mais se a Patrícia estivesse lá ela odiava atrasos.
Passei na lanchonete e peguei meu pão de queijo e um copo térmico com meu café de lei, peguei o elevador e assim que sai dei de cara com ela na recepção, ela e a recepcionista geral me olhou e respirei fundo.
Manu: desculpa o atraso, estava muito trânsito.
Patrícia: você tem vale transporte não tem? — perguntou irônica —.
Manu: vim de Uber por conta do calor.
Gabriel: bom dia — ele entrou e sorrio ao me ver —.
Patrícia: essa sua funcionária está muito abusada Gabriel, olha a hora que chegou. 20 minutos atrasada.
Gabriel: vamos ter uma conversa na minha sala Manuela — ele fitou meu olhar E apenas balancei a cabeça dizendo que sim —.
Fui rapidamente pra minha sala que ficava no mesmo andar de Gabriel, lá haviam 4 salas apenas a dele que era a maior e a vista era melhor, a recepcionista logo na frente, a minha do outro lado, era pequena na verdade era mais pra eu arquivar algumas coisas, e guardar pra ele, e mais duas, uma a Patrícia se apossava e outra a Bruna ficava com o financeiro junto de mais 3 pessoas, ela era praticamente a gerente de finanças.
Terminei meu café rapidamente e fui escovar meus dentes, assim que sai do banheiro dei de cara com ele.
Gabriel: na minha sala, agora — disse firme —.
Manu: licença — bati na porta e entrei —.
Gabriel: tranca por favor — ele sorrio de lado e balancei a cabeça rindo, tranquei a mesma e fui caminhando até ele —.
Manu: será que vou levar castigo por ter me atraso hoje? — disse sussurrando em seu ouvido e deslizei a mão pelos seu peitoral —.
Gabriel: está merecendo, 20 minutos — fez uma pausa — faço muita coisa em 20 minutos Manu.
O mesmo levantou e me puxou pra ele, colou seus lábios nos meus e agarrei-o com vontade, suas mãos seguraram pela minha bunda me colocando encima da mesa, empurrei as coisas sem derrubar e fazer barulho, abri bem as pernas ele me olhou balançando a cabeça, fui abrindo sua calça até a mesma cair no chão o volume em sua cueca já era visível, aquele homem me levava a loucura.
Ele se aproximou e coloquei minha calcinha pro lado, ele levantou mais minha saia e abri bem as pernas, o mesmo encaixou seu pau em mim, que delícia, a vontade era de gritar mas não podia, precisava ficar bem quietinha, Gabriel me beijava para abafar o som, os movimentos foram ficando cada vez mais rápido e senti um jato quente na minha boceta, ele suspirou e me abraçou, não podia demorar dei um pulo da mesa e fui ao toalete que havia dentro da sala me limpei rápido e sai.
Voltei pra minha sala e trabalhei o dia todo, graças a Deus sem Patrícia para perturbar, ia direto pra faculdade já que não dava tempo de passar em casa e pegava carona com a Bruna, sai e nem vi se Gabriel estava ou não, não podia dar na cara nem gerar desconfiança.
Enquanto estava esperando Bruna a fofoqueira da recepcionista veio tentar arrancar algo.
Vera: o senhor Gabriel brigou muito com você?
Manu: pouquinho — fiz bico e prendi o riso —.
Vera: eu imaginei, ele nunca teve paciência pra gente que chega atrasada. Cuidado Manu — ela deu um sorrisinho falso e saiu —.
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Quase um casal |
RomanceEscritora: Ju Rabetão • Respoansável pela história: Letícia Capa: sophiadelrey • +16| Manu perdeu a mãe aos 11 anos, o que fez ser forte desde então. Foi criada pelo meu pai e a madrasta, tudo fluía naturalmente até descobrir o real motivo da morte...
