Olá pessoinhas lindas😍! Lhes trago mais um capítulo fresquinho, e já adianto que começarei a pôr fogo no parquinho. Por isso hoje vou postar e sair correndo (Brincadeira 😁😁).
Espero que gostem, desculpem os erros que encontrarem e uma excelente leitura!!!
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Christine
No dia seguinte a minha chegada, o Viriato me levou para conhecer o seu amigo, e para acertar sobre o emprego. Imediatamente fiquei para o treinamento. Trabalharei como vendedora. O salário, como o meu namorado havia dito, é bem melhor do que o que eu ganhava na lanchonete. Fora o plano de saúde e outras coisas de que vou ter direito.
O que achei um pouco estranho, foi a forma muito próxima que o meu patrão trata as funcionárias, algo íntimo demais. Pois somos quase todas mulheres. Por curiosidade, muitas de outros países (o que não acrescenta em nada do que acabei de falar. Só achei curioso mesmo).
Tem algo no meu chefe novo, que não me transmite verdade. É como se fosse forçado. Se não tivesse que trabalhar para sobreviver, nem aceitaria este emprego e voltaria no mesmo instante para minha terra natal.
O único funcionário homem que vi por aqui, foi o segurança da loja. Com ele me simpatizei no mesmo momento que conheci. É um homem na faixa de seus 45 anos e bem simpático. Quem não gostou nada disso foi o Viriato, que sentiu ciúmes do nosso entrosamento.
Mas depois, quando percebeu que não tinha nada demais, ele se acalmou logo em seguida.
***
Já passava da meia noite e ainda o Viriato não tinha aparecido.
Assim que terminamos de jantar, ele foi informado da chegada de visitantes e foi para ala em que fui proibida de transitar – foi pra onde ele disse que iria – e nisso já se passaram horas.
Queria ser uma mosquinha para saber o que tanto ele faz lá.
Sem conseguir dormir e com sede, vou até o frigobar que tem no quarto e não encontro água. Então resolvo ir na cozinha beber um pouco da mesma. Porém, o problema é que não sei andar direito por esta casa enorme e não cheguei a memorizar o caminho até o cômodo que quero ir.
Poucos dias aqui e vivo me perdendo. Com ela quase toda escura então, nem se fala.
No andar de baixo, entro em um corredor escuro, exceto por uma faixa de luz, que sai de uma porta no fundo do mesmo. Não consigo me lembrar ao certo se este corredor é o que me levará para cozinha. Juro que se parece muito com o que foi apresentando como proibido para mim. A falta de iluminação ajuda na confusão.
Com a curiosidade crescendo dentro de mim, ando até o local, e a medida em que me aproximo, consigo escutar vozes masculinas. Tento ser o mais discreta possível e fico ouvindo a conversa.
Sei que é errado, mas é como se um ímã me atraísse e não permite-se que eu saia, sem antes saber sobre o que falam.
- E então, quando teremos caras novas? – escuto um deles perguntar.
- Em breve! Tive envolvido pessoalmente na nossa última leva. Em uma semana, teremos novidades – o Viriato responde, parecendo satisfeito.
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Ato do Amor - Livro 3
RomanceUm caso que tinha tudo para dar errado. Porém tudo acontece como tem que acontecer. De um lado uma mulher forte, determinada e louca para reaver a liberdade que dela foi tirada, por conta de uma má escolha. Tudo o que deseja é reencontrar sua famí...
