Capítulo 11

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Olá pessoas☺️! Desculpem os erros que encontrarem, ótima leitura e beijos de luz!!!
😘😘😘✨✨✨

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Davi

Com tudo certo, o Viriato convidou-me para jantar e passar esta noite aqui, na sua casa. O que não vacilei em aceitar. Vou aproveitar o fato, para poder observar um pouco a rotina do lugar, ou algo que seja suspeito. Como já disse, ele não me passou total confiança no que relatou. E qualquer detalhe, por mais pequeno que seja, pode fazer toda diferença na resolução do caso.

Durante o jantar procurei colher informações de uma forma discreta. Sondei com perguntas do tipo: Como eles tinham se conhecido? Onde? Procurei saber um pouco mais sobre a Christine. E também fiz alguns questionamentos sobre seus negócios.

Pelo pouco que pude perceber, o Viriato é um cara que se orgulhar bastante do seu trabalho no ramo petrolífero e dos seus sucessos profissionais. Mas mesmo ele revelando algumas coisas, ainda sinto cheiro podre. Só não descobrir ainda de onde vem.

- Senhor, o quarto já está pronto – comunica a Karina, assim que aparece na sala de estar, onde estou com o Viriato.

- Obrigado, Karina! – ele sorri para ela. – Creio que deva está demasiado cansado. Peço que acompanhe a Karina, por favor. Ela irá te levar até o quarto de hóspedes.

- De fato, preciso repousar um pouco. Viagens podem ser cansativas. Com licença – peço e sigo a sua empregada.

Porém consigo escutar o que ele fala para um dos seus seguranças, que se aproximou quando sair:

- Eles já estão a minha espera? – questiona. – Preciso resolver logo esta confusão com a Christine. Isso tem me tirado o sono, além de atrasar os meus planos – pelo tom da voz, parece falar mais pra si mesmo à última parte.

- Sim Senhor. Eles acabaram de chegar – responde o outro homem.

- Ótimo – o Viriato responde, e não consigo segurar à vontade de olhar para trás, enquanto subo a escada. Quando faço, o vejo me encarrando, e ele acena com um meneio de cabeça, antes de sumir, entrado em um corredor.

Isto só deixou as coisas mais interessantes.

- Chegamos – a Karina aponta uma porta, a qual abre, dando-me passagem. Isso depois de passarmos por um pequeno corredor, com algumas outras portas.

- Obrigado! – agradeço avaliando a minha volta.

Um quarto espaçoso, uma cama de casal aparentemente confortável, uma porta que não sei o que guarda por detrás, uma cortina sobre uma janela ampla e minha mala e mochila estão ao pé da cama. – As tirei do carro, assim que aceitei o convite de passar à noite aqui. Lembro que um dos homens do Viriato as pegou da minha mão. Provavelmente para trazer para cá.

- Atrás daquela porta fica a suíte. Tem toalhas limpas no armário do banheiro – aponta Karina. – Se precisar de qualquer coisa, é só chama pelo telefone – aponta o aparelho em cima da mesinha de cabeceira. – O número que precisa ser discado tá escrito ao lado.

- Ok.

- Bom descanso – ela lança-me um olhar lascivo e bastante insinuante.

Ato do Amor - Livro 3Histórias para pegar e não largar. Descubra agora