A infância traumática que Benson passou lhe fez um menino frio e amargurado, crescendo em meio aos traumas da vida jurou vingança. Ao se tornar um homem perigoso volta a sua cidade para executar todos aqueles que arruinaram sua infância. No meio de...
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Abro os olhos bocejando, levanto desorientada por está morta de sono, palpo a cama não sentindo meus amores, me inclino até a cabeceira e acendo o abajur em cima da escrivaninha.
_ Onde vocês estão?
Descalça, de roupão, descabelada e exausta tomo coragem e me coloco de pé, o chão frio faz subir um arrepio por toda minha espinha, ignoro caminhando para o quarto ao lado, entreaberto adentro. Cruzo os braços encostando na soleira me derretendo com a cena que vejo. Meus amores dormindo abraçadinhos, Vitória tão familiarizada com o colo do pai está derramada segurando um único dedo do mesmo. Vou até eles mansamente, pego Vitória colocando a pequena no berço, abro suas gavetas repletas de roupas a procura do edredom, acho na última gaveta junto das roupas de cama dela, cubro ela e vou até Vitório.
_ Ei...
O chamo afagando sua barba rala áspera, porém linda como seu rosto bonito.
_ Amooor!
Abre os olhos assustado procurando Vitória ao redor do quarto.
_ Ela está no berço!
Dou um passo para o lado lhe dando a visão da nossa filha no berço, seus olhos sobem aos meus sorrindo aliviado.
_ Quantas horas?
Flexiono os lábios tendo meu coração descompassado por sua rouquidão.
_ N-não sei!
Ele ri percebendo meu nervosismo.
_ Hum sei, senta aqui.
Dar leves batidinhas no colo.
_ Vem gatinha...
Com o sorriso desprezível sexy ele me encara meticuloso um tanto malicioso. Vou sem manifestar qualquer vontade de pedir para ele me jogar na cama e me amar loucamente.
_ Você está uma bagunça sexy!
Afirma beijando-me o pescoço, encolho os ombros abraçando o mesmo, sendo beijada com carinho.
_ Nossa filha é muito bonita, o que acha de outro?
Afasto com os olhos esbugalhados.
_ Vitório pelo céus, não ouse sequer imaginar na possibilidade de fazer um filho em mim, eu proíbo você de pensar tal coisa!
Brava desço do seu colo e ando em direção ao nosso quarto, ele vem atrás de mim em passos largos.
_ Ei...
Abraça meu corpo fuçando meus cabelo com o nariz.
_ Porque está tão brava?
Desmancho em seus ombros largos, seu corpo quente me envolve.