A infância traumática que Benson passou lhe fez um menino frio e amargurado, crescendo em meio aos traumas da vida jurou vingança. Ao se tornar um homem perigoso volta a sua cidade para executar todos aqueles que arruinaram sua infância. No meio de...
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Mais um dia exaustivo, não vejo a hora de chegar em casa e encontrar minha família. Acabo de me lavar de uma transplante e saio em direção ao dormitório, meu plantão já acabou.
_ Every, Every!
Uma voz desesperada, viro meu corpo em sentido a recepção.
_ Sim?
Doutora Cristina passa correndo por mim porém deixa uma súplica de ajuda.
_ Vida ou morte!
Sigo seus passos correndo atrás dela, entramos no elevador que para no ultimo andar que é o heliporto do hospital.
_ Encontrado com hipotermia, hemorragia ao lado superior do abdômen, deu duas paradas, e não sei como está vivo.
Declara o paramédicos em alerta. Imediatamente começamos a correr contra o tempo, entramos no elevador às pressas e dentro dessa caixa de aço começo a fazer os primeiros procedimentos.
_ Correr contra o tempo Cristina!
Saímos as presas entrando na sala de trauma e logo estamos o monitorando com as máquinas ligada.
_ Terapia intravenosa!
Peço urgentemente.
_ Precisamos de um raio X do tórax!
Cristina declara lhe dando uma grande quantidade de morfina.
_ Arritmia!
_ Hemorragia
_ Costelas esquerda quebras.
_ Apneia.
Em um processo que todos falam ao mesmo tempo, entramos em um acordo e não perdemos mais tempo, estamos correndo contra o relógio.
[...]
_ O pós operatória Adriana.
Entrego a planilha para enfermeira de plantão.
_ A família veio?
Pergunto.
_ Tinha uma mulher loira um metro e setenta em desespero acho que era a esposa. Mas quando ela atendeu o celular seus olhos se arregalam apavorante, saiu correndo doutor.
_ Do nada?
_ Sim, do nada!
_ Obrigado. Só sei que a cada dia fico mais maluco, tenta localizar algum parente dele.
_ Sim senhor.
Enfim posso ir embora. Não foi uma cirurgia fácil, esse homem chegou em um estado lamentável, tivemos que o deixar em coma induzido para preservar seu cérebro já que teve uma grande complicação. Tiro a roupa de cirurgião e coloco a minha apressadamente, saio do dormitório indo a passos largos para o estacionamento. Já é madrugada. Entro em minha tucson branca e acelero. Ao chegar em casa deixo minhas coisas todas na sala, vou andando apressado até meu quarto, abro devagar a porta. Charlotte dorme como uma pluma, com a mão esquerda debaixo da cabeça e as pernas entrelaçadas. Mesmo que meu corpo grita para abraçá-la, seguro meu desejo indo para o banheiro, tiro minhas roupas colocando no cesto entrando logo em seguida na água morna. Meus ombros caem e a capa de super herói também, suspiro me lavando. Faço minha higiene bucal e saio com uma única toalha amarrada em meu tronco, vou para o closet pegando uma box deixando a toalha em cima da poltrona. Por fim subo na cama abraçando o corpo da minha esposa por trás e lhe dou um leve beijo em seu rosto, roçando ligeiramente minha barba em sua pele, ela sorri.