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30 de Maio de 2011 – Segunda-Feira – 17:41.

Maio, já está no final. É hora de se mover, prá viver mil vezes mais. Esqueça os meses, esqueça os seus finais, esqueça os finais. - Kid Abelha – Maio.

Anahí: Não amor, não se preocupa. – Ela entrou no taxi e explicou o endereço. – Já estou no taxi, e assim que acabar eu ligo pra você!

- Não vai adiantar muito, você não vai lá pra casa.

Anahí riu: Deixa de ser manhoso, não vou pra sua casa hoje, mas eu fiquei o final de semana todo com você.

Eu sei, mas já estou com saudades.

Anahí: Eu também estou, morrendo de saudades. - Eles sorriram. - Príncipe, eu acabei deixando a Lola na sua casa. Vou ficar com ela essa noite, será que poderia buscar ela quando for me pegar?

- Claro, mas ai eu vou ficar sem as duas.

Anahí: Por que não chama sua irmã para fazer algo hoje?

- Minha irmã? Ela já voltou pra casa, Annie!

Anahí: Não voltou não. Ela resolveu ficar hoje, conversei com ela na hora do almoço.

- Eu falei com minha mãe hoje, e ela não me disse nada.

Anahí: Rebeca me disse que ela resolveu isso antes do almoço. Viu, não vai ficar sozinho hoje!

- Vou ligar pra ela. Estou precisando conversar com ela sem o namorado por perto.

Anahí: Ciumento! - Ela riu, e ele sorriu. - Bom, já estou chegando. Príncipe, não esquece, Lola, ligar pra sua irmã, me buscar...

Alfonso sorriu do outro lado da linha.

- Nessa ordem?

Anahí: Não! – ela sorriu e viu o taxi parar. – Mas, pode começar ligando pra sua irmã agora. – ela pagou o taxista e saiu do carro.

- Sim, senhora.

Anahí ouviu uma voz feminina do outro lado da linha e esperou Alfonso voltar a falar com ela.

- Preciso ir, amor...

Ela interrompeu ele.

Anahí: Quem era?

- Dulce, o contrato dela estava com alguns erros, e chegou agora. Vou lá resolver isso, e não se esqueça de me ligar assim que a consulta acabar.

Anahí: Ok, até mais tarde, príncipe.

- Até mais tarde, anjo. Amo você.

Anahí sorriu: Amo você também!

Eles se despediram e desligaram os telefones. Anahí entrou no grande prédio, onde ficava o consultório de Ryan. Naquele dia, ele não estava no hospital, e sim no seu próprio consultório. A secretaria sorriu para ela, assim que a viu entrar. Annie estava nervosa, suas mãos soavam e seu coração estava disparado.

- Posso ajudar?

Anahí sorriu nervosa: O Dr. Ryan está me esperando.

- Você deve ser a senhorita Puente. – Anahí sorriu confirmando aquilo. – Ele está em uma consulta neste momento. Seus exames estão comigo.

Anahí: Eu posso dar uma olhada?

- É claro, só um minuto que eu irei pegar para você.

A secretaria levantou-se e foi até ao armário de aço que ficava perto dela. Ela o abriu e procurou pelo nome de Anahí, logo puxou de lá uma pasta e desta pasta retirou o exame de Anahí. Colocou tudo em seu lugar e voltou a se sentar, olhando para Anahí.

- A senhorita me parece muito nervosa, não quer esperar o Dr.?

Anahí: Não sei. – Ela não tirava os olhos do exame. – Ele irá demorar muito?

- Creio que não. – A secretaria entregou o exame para Anahí. – Sente-se, logo ele irá chamar a senhorita.

Anahí olhou para o exame e mordeu o lábio inferior, não queria saber o resultado dele, não mesmo. Por isso, ela estava colocando o exame dentro da bolsa, quando a porta do consultório de Ryan abriu. Ele olhou para ela, que ainda não havia reparado nele. Despediu-se do paciente e percebeu que Anahí estava pronta para escapar, mas ele logo chamou-a.

Ryan: Anahí?

Anahí sobressaltou-se e olhou para Ryan. Ela estava pálida, suas mãos tremiam. Ryan logo se aproximou dela, e a amparou.

Ryan; Você está bem, Annie?

Anahí fechou os olhos e respirou fundo: Apenas uma tontura.

Ryan: Venha, vamos nos sentar.

Ryan sentou Anahí na cadeira da sala de espera, ela aos poucos voltou a cor normal, e Ryan deu um pouco de agua pra ela.

Ryan: Esta se sentido melhor?

Anahí: Sim, eu acho que me assustei.

Ryan: Tudo bem, eu só fiquei um pouco temeroso. Pensei que pegaria o exame e iria embora.

Anahí corou: Bem, na realidade, eu iria fazer isso mesmo.

Ryan riu: Eu imaginei, por isso abordei você daquela maneira.

Anahí: Tudo bem, - ela tirou o exame da bolsa e entregou para Ryan. – Acho que já podemos saber o que tem ai não é?

Ryan: Sim, vem, vamos para meu consultório.

Anahí: Vamos!

Enquanto Anahí estava sentada olhando para Ryan, Alfonso mordia a tampa da caneta e olhava impaciente para o contrato de Dulce. Ela olhava para ele com a sobrancelha arqueada.

Dulce: O que você tem? – Alfonso não olhou para ela. – Alfonso? – ela falou mais alto, chamando a atenção de Poncho.

Alfonso: Oi? – Ele levantou o olhar e observou a amiga. – Você disse algo?

Dulce: Preocupado com o que?

Alfonso deixou a caneta e os papeis em cima da mesa: Anahí. – ele passou a mão no rosto e respirou fundo. – Ela foi buscar os resultados dos exames hoje.

Dulce: Vai dar tudo certo, Alfonso. Ela está bem, saudável e você sabe disso.

Alfonso sorriu: Eu sei, mas ainda sim, tenho medo.

Dulce: Não se preocupe amigo. Logo você vai estar com ela, e ela ira contar que não há nada.

Alfonso: Assim espero!

Robert: Poncho? – ele bateu na porta e logo em seguida entrou.

Alfonso: Pode falar, Robert.

Robert: Kristen queria saber se você sabe da Annie, o celular dela só dá desligado.

Alfonso: Ela deve estar com Ryan agora, e por isso deve ter desligado o celular.

Robert: Vou avisar a ela. – Robert já ia saindo da sala quando voltou. – Vamos ir num barzinho hoje, Poncho?

Alfonso: Combinei de jantar com minha irmã. Mas, posso me encontrar com você.

Dulce: Eu também vou, só estou dizendo já que não fui convidada.

Robert riu: Não existe convite pra você Dulce, já que eu irei buscar você.

Dulce: Obrigada pela parte que me toca, Rob. E fiquem vocês sabendo, que eu sou uma menina, e que como sendo menina, gosto de cavalheirismo.

Robert: Pode deixar, Dulce, eu vou abrir a porta pra você!

Dulce: Acho bom mesmo.

Maio - Segunda FaseHistórias para pegar e não largar. Descubra agora