LN
Caminhava em direção ao bar quando vejo uma cabeleira cacheada saindo do banheiro. E que porra, mané! Mina era gostosa. Tinha uma carinha de quem não vale nada e eu valendo menos ainda nem pensei duas vezes em chegar junto.
- Porra, Cachinhos, como faço pra ganhar um beijo seu?
A menina já estava revirando os olhos antes de olhar para minha cara. Mas quando me viu, ah moleque, ficou toda sem jeito.
- Tá achando que é fácil assim? - pergunta séria.
- Não disse nada pô. Passa seu nome pelo menos?
Sou um sub bem diferente dos outros bandidos que têm aqui e nos outros morros.
Não forço a barra com mina nenhuma, se não quer? Sai andando. Buceta pro pai é o que não falta. Olho para ela de novo. E dá um sorrisinho parecendo pensar a respeito. Puta que pariu! Que sorriso lindo.
- Prazer, Brenda - diz olhando no fundo dos meus olhos.
Ia fazer aquela piada de prazer só na cama, mas pela carinha que ela tinha já sabia que o que mais ia ter era isso.
- Então, LN, né? - assinto - Tenho que ir, porquê tô com a minha amiga e não gosto de deixar ela sozinha - volta a dizer.
- Beleza pô, mas me passa seu número pra gente se ver mais tarde demorô?
Ela revir os olhos e concorda me passando o número, em seguida sai.
- Brenda, Brenda vou te fazer revirar muito esses olhinhos ainda. Ou meu nome não é Lucas!
DG
Fiquei esperando a resposta delas, pra ser mais especifico da Larissa. Mas a filha da puta parecia que tinha ficado muda.
- Tá ouvindo eu falar não, porra? Que merda é essa aqui?
A amiga dela é a primeira a se pronunciar.
- DG, não tenho nada com isso cara, por favor, só segurei ela porquê você sabe como a Larissa é.
Larissa olha para amiga com um ódio mortal, pois sabia que estava fodida.
Porra, também, Larissa parece que gosta que eu bata nela. Já dei uns presta atencão nela em tudo que é canto dessa favela e a garota não aprende.
- Vou falar nada pra você, Ana. Vou deixar que o pau que vou mandar te dar, fale por mim - ela arregala os olhos e tenta falar algo.
Porém, já tinha dado o salve no radinho. Mandei o Pezão vir pegar ela e levar paro quartinho. Deixei claro que era para dar um trato, uma que não era a primeira vez em confusão, e eu não sou Jesus pra dar várias chances.
Esperei o Pezão chegar e levá-la. Ana não parava de gritar pedindo para não deixar fazerem isso com ela, nem liguei. Esperei os dois sumirem de vista e dei o papo de novo.
- Vou ter que raspar o cabelo das duas pra saber que merda era aquela que tava acontecendo?
Paloma ia falar, contudo Larissa toma a frente.
- Amor, juro que...
Nem deixei ela concluir, só por ter me chamado de amor largo um tapão na cara. Dou com tanta força que a marca dos meus cinco dedos surgem na hora.
- Nunca mais me chama de amor tá ouvindo? Ou vou ter que te dar madeirada pra entender? - pergunto com raiva.
Ela somente acena com a cabeça e tenta prender novamente as lágrimas. Viro minha cabeça para Paloma e faço sinal para me seguir.
- Pra- pra onde você vai me levar? - gagueja.
- Te devo satisfação? Só entra nessa porra e não dá um piu - ela assente.
Vejo que está segurando o choro. É uma cuzona mesmo. Na hora de brigar ninguém chorou, agora quer fazer cena? Faz favor, né! A garota pensa que não vi, mas reparei bem que antes de entrar ela fez o sinal da cruz, doida do caralho.
Pego o caminho da boca e olho pra ela. Puta que pariu! Aquele vestido em V na frente, marcando o seu corpo todo, sem nem precisar tocar em mim, fiquei galudão, pô.
Não penso duas vezes e parei o carro. Indo pra cima.
- O que você...
Nem espero ela concluir e ataco aquela boca dela. Cacete! Que boquinha gostosa!
Paloma demora um pouco para retribuir, percebo como está em guerra consigo mesma, mas na hora que dei uma apertadinha no seu seio, ela solta um gemidinho, passando a retribuir. Posso dizer com toda a certeza que até com mais desejo do que eu.
Continuo beijando-a e descendo minha mão por dentro do vestido. Paro quando alcanço sua coxa. Sentia com ela estava pegando fogo,
Levo um dedo no grelo dela.
E que delícia! A garota está toda molhadinha para mim. Começo a esfregar meu dedo em seu clitóris e como reação, passa a se contorcer na minha mão. Logo a deito no banco do carro, sem tirar meus dedos de lá, acrescentando beijos por seu corpo.
Quando chego na sua vagina, porra, toda rosinha e molhada, somente para mim. Nem penso duas vezes ao cair de boca. Enfio minha língua na sua vagina, e com o dedo esfrego o clitóris. Não demora para que eu comece a chupar de cima pra baixo, morder e beijar. Paloma logo se derrete em minha boca. Em movimentos rápidos minha calça e cueca são abaixados. Levo uns segundos brincando com a cabeça do meu pau na sua entrada.
Seu olhar assustado não me passa despercebido, no entanto ela não diz nada. Deixo de enrolar e ponho a cabeça. Sinto como se algo tivesse estourado. Ah, puta que pariu! A mina era mesmo virgem.
Deixo isso de lado e passo a me movimentar dentro dela, noto seu semblante de dor. Tento ir devagar, mas não deu. Mina era apertada demais. Começo a socar fundo, até sentir a parede do útero dela. Ela gemia ou gritava, não sei. Só sei que para mim estava gostoso demais. A viro de quatro e começo a soltar vários tapas em sua bunda. Dou uma linguadinha no seu ânus, mas logo volto minha atenção para seu grelo e continuo socando fundo. Sinto meu limite se aproximar e a viro de frente, gozando na sua barriga.
- Puta que pariu! Tu é gostosa demais, morena.- Digo e reparo seus olhos cheio de lágrimas.
Oque acharam desse hot meninas?👀👀
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Perdida no Dono do Morro
RomansaDizem que o amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. Mas sera que com Paloma uma garota sofrida, que perdeu o pai cedo e não possui o amor materno terá a mesma sorte? que esse amor, mudará o tão assombrado dono do morro? Entre na hi...
