Capítulo 31 (REVISAD0)

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Paloma

Depois do amor gostoso que eu e Diogo tivemos, capotamos na cama.

Acordo ouvindo o radinho dele chamando.

-Eae DG, tá na esculta?- o homem de uma voz grossa pergunta.

Dou uma cutucada em DG que dormia sereno, e aviso do radinho.

- Que foi caralho?!, tenho paz não nessa porra.- Fala resmungando no rádio.

- Ih DG, não mesmo. Nós precisamos de você na boca. Um monte de bagulho pra fazer, quer lua de mel avisa- diz rindo.

- Tá menor, to indo já, marca cinco que vou tomar um banho e pio pra ir.- Diz e desliga.

Pego meu celular e vejo que são quase cinco da tarde, merda eu disse para minha vó que ia lá.

DG levanta, pega a toalha e vai tomar um banho.
Separo um vestido rosa soltinho, e coloco ao lado da roupa de DG, indo rumo ao banheiro.

Tento fazer menos barulho possível já que ele estava de costas para a porta.
Tiro minha roupa, e assim que ia abrir o box DG da um pulo, fazendo eu me assustar também.

- tá doida Paloma?!, quer me matar de susto?!- seguro a risada.

- Não Diogo, só queria tomar um banho com você, e te pedi um negócio.- aviso entrando no box, e me colocando em baixo do chuveiro.

- Ih, se for k.o já fala, se quer oque?- pergunta se ensaboando.

- Queria ir na minha vó, contar pra ela, que tem um bisneto ou neta a caminho.- Falo e grudo meu corpo no dele.

Ele ficou me olhando, e depois me deu um beijo se enxugando.

-Te levo lá mandada, mas já sabe né, qualquer vacilo se vai vê.- eu apenas reviro os olhos e concordo.
O jeito não muda nunca?

Ficamos trocando mais alguns carinhos. Saimos do banheiro minutos depois.

DG se troca rápidão, e vou na cozinha comer algo, Joana não veio pra cá hoje é folga dela.

Coloco minhas peças íntimas, passo um creme de pele, colocando meu vestido.

Pego meu chinelo e ponho no pé, assim que término de pentear meus longos cabelos, vou passar meu perfume escuto o grito de DG.

-Vai logo Paloma porra, ou eu vou te deixar aqui.- Nem dou tempo, pego meu celular e minha carteira e desso as escadas correndo.

- Ta doida cara, se pode cair maluca.- fala e eu dou risada da sua preocupação.

Saímos de casa e eu entro em seu carro esperando o mesmo que tava falando com um dos homens da contenção.

Ele vem e entra no carro ligando o mesmo, indo para minha vó.
Percebo que o homem da contenção, ta logo atrás da gente nos seguindo.

-Por que ele ta indo com a gente?!- Pergunto olhando DG.

- Ue, se acha que não vou por nenhum dos meus pra vigiar a casa da sua avó com você lá
dentro?!- Fala como se fosse óbvio.- Relaxa, eles vão estar bem escondidos, é só pra garantir que não vai acontecer nada.

Apenas concordo, sei que ele quer me proteger mais não gosto de me sentir vigiada.

(...)

Ele estacionou no portão da minha vó, e bem na hora Brenda estava entrando.

-Olha a filha do satã.- Diz DG, todo debochado olhando para ela.

Brenda vira de costas e mostra o dedo para ele, e entra.

Perdida no Dono do MorroOnde histórias criam vida. Descubra agora