Capítulo 23 - Joana/Vítor

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Gente vocês querem que eu continue postando? É que vi em um grupo umas críticas bem pesadas sobre erros de português e a minha história infelizmente tem, além da dificuldade de escrever pelo celular não sei tudo sobre o português, Já até disse isso pra vocês mas mesmo assim fico insegura, com medo de estar fazendo um papel nada legal insistindo em postar, se quiserem esperar até o meu pc ficar pronto é só falar, vou entender e respeitar vocês, então sejam sinceras ok? preciso saber! Bjs me desculpem qualquer coisa e Boa leitura.

Decepcionada, essa é a palavra! Nunca imaginei que o Vítor pudesse ser tão babaca. Sinceramente achei que ele fosse diferente! Tá, eu não esperava que ele beijasse os meus pés, eu entendi bem o recado, mas também não precisava ser tão imbecil, chegou e não olhou nem na minha cara, passou por mim como seu fosse um poste, nem um oi Joana, tchau Joana como manda a velha e boa educação. Eu vi os olhares que me lançava enquanto eu cantava com a Tina, mas depois continuou me ignorando como se eu não existisse. Estou puta, me sentindo um nada, estou com um bico capaz atravessar a rua em um dia que deveria ser só alegrias nesse churrasco dos deuses na casa da minha melhor amiga.

- Nossa que cara de enterro Joana! Cruzes! Sai pra lá Urubú! - Estou sentada em uma das mesas sozinha quando Whitney aparece perturbado a minha paz e o meu mal humor.

- Ha. Ha. Ha! Pela saco! Vai abrir seus presentes vai, bajular seus ficantes, qualquer coisa, mas me deixa quieta, em PAZ.

- Caraca! que bicho te mordeu garota? euhein... Mal amada. -ela diz já saindo de perto de mim.

- Sou mesmo! Acertou na MOSCA!- Grito de volta chamado atenção de todos inclusive da Tina que imediatamente vem ao meu encontro. Respiro fundo.

- Que isso amiga? O que foi que essa desmiolada apontou?

- Nada, o problema não é com ela.

- Hum "tendi"! Sei muito bem com quem é o problema - ela sorri e eu dou um olhar mortal em sua direção - Tá bom, tá bom, já não está mais aqui quem falou. - ainda sorrindo ela levanta as mãos rendida.

- Então quer dizer que você caiu no papo daquele play boy almofadinha? - Um Anderson raivoso diz nos assustando.

- Acho que minha vida pessoal não lhe interessa Anderson! Com quem eu namoro ou deixo de namorar não é da sua conta. - ela retruca eu gargalho pela primeira vez na noite.

- Bem feito otário! Poderia ter ido dormir sem essa! Só fala merda. - continuo rindo.

- Cala a boca JOANA! O papo não é com você - ele berra - E você Tina, Preste bem atenção no que eu vou te dizer - ele a segura forte pelo braço e a olha dentro dos olhos - Você. Ainda. Vai. Ser. Minha! Pode anotar aí no seu caderninho - rosna e a solta fazendo a desabar na cadeira.

- Ignorante! Grosso! Isso some daqui seu covarde! Nunca mais encoste um dedo nela ou eu acabo com a sua raça idiota - Grito novamente enquanto ele se afasta nervoso, trombando e encarando o Leonel que agora vem até nós com uma cara de poucos amigos.

- Joana, ele me ameaçou você viu? Viu o jeito que me olhou? Olha só estou toda arrepiada!. - passou o dedo indicador sobre os arrepios do braço e me encarou aflita fazendo o sinal da cruz.

- Eu vi! Tem um tempo que ele está estranho! Mas não fica assim não amiga, aquele ali é só labia, só tamanho. Se ele sonhar em encostar em você eu corto o pau dele fora.

- Ai - alguém geme de dor em resposta as minhas últimas palavras, me viro pra ver quem é e me deparo com o Vítor que me olha assustado.

- Ah é você - faço uma cara de indiferença.

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