Bride of the Criminal
Arco II — Viagem
Princesa
Hyuuga Hinata
O horário que fiquei na escola me pareceu uma verdadeira tortura, pois senti a falta de ficar dentro de casa ao lado de Akashi e de um moreno que roubou meu primeiro beijo.
Coro ao lembro desse pequeno detalhe, apesar de nossos lábios somente terem encostado um no outro, todavia senti um estranho formigamento, uma sensação nostálgica, como se não fosse a primeira vez que tivéssemos feito isso apesar de ser. Isso é tão confuso na minha cabeça. Seus lábios eram mais do que macios, eles eram hipnotizante.
Sendo sincera eu nunca havia pensando em algo assim vindo por parte dele, afinal ele passa metade do tempo sendo grosso comigo e a outra metade fazendo com que eu me sentisse acuada, envergonhada.
Ele me confunde, me deixando interessada nele — apesar de sentir-me presa aos olhos breus, cativa, envolta ao mistério que o rodeia —, suas atitudes para comigo fazem com que eu viaje com frequência para um desconhecido mundo.
Estou quase em meu último horário, mandou uma mensagem para Sasuke, avisando a ele que estou saindo, não teremos o último horário por causa da ausência do professor e o quarto horário é educação física, por não ter trazido roupa fui deixada de lado.
Também se eu participasse não iria fazer diferença alguma, pois eu provavelmente me machucaria mais do que jogaria, isso é um fato incontestável.
Durante o intervalo Karin tentou se aproximar de mim, contudo, fiz como Sasuke mandou, a ignorei, evitei ficar perto dela por muito tempo, pois a ruiva não me apareceu digna de confiança.
Contudo a mesma continua a insistir com a aproximação, ela me fez algumas perguntas relacionadas ao meu filho e sobre como eu e Sasuke começamos a namorar, ela parece saber de algo. Sei que ela sabe de mais coisas do que aparenta, sei que Sasuke sabe disso, já que pediu que ficasse longe dela.
Fico esperando que ele me responda, não sei mexer nesse celular. Aparelhinho complicado — penso.
Pois de acordo com o pequeno relógio digital demorei cerca de cinco minutos para digitar poucas palavras — que não passaram de doze caracteres, sem contar as letras. Meu antigo celular era o modelo mais simples que o meu dinheiro conseguia pagar, ele tendo um rádio e despertador já me deixava bastante feliz e satisfeita, não tinha ninguém para que ligar, ou, alguém para que mandasse mensagem.
Do nada o celular toca, fico desesperada por não saber como atendê-lo, isso fez com que quase o derrubasse no chão. Fico mexendo na tela até que finalmente consigo pressionar de forma correta a luzinha verde de atender, reconheço o tom de voz rouco e frio de Sasuke.
— Que horas que você vai sair hoje? — Escuto uma música pesada ao fundo, juntamente, com ruídos baixos.
— Sasuke que música você está colocando pra ele escutar? — Questionou preocupada, ignoro sua pergunta.
— Rock, talvez, metal. — Disse com desdém. — Eu só escuto cultura e a criaturinha gosta, então sem drama. — Disse rude.
— Não coloque muito alto, pois ele pode ficar com dor de ouvido depois — Aviso preocupada
— Não sei quem é pior você ou a minha mãe, tá no volume quatro se eu colocar mais baixo eu não ouço nada.
— O médico disse alguma coisa? — Questiono-o.
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Bride of the Criminal
Fiksi PenggemarNada é por acaso, para tudo existe um motivo. Embora nunca tenha entendido o que me levou até aqui! Creio que errei ao entrar naquela viela, ao aceitar sua ofertada tentadora. Uchiha Sasuke, um homem de vinte e cinco anos, dono de um passado obscuro...